sábado, 1 de agosto de 2026

LMC - Julho - 01/08/2026

Abrimos o segundo semestre do ano. É hora de conferir como foi o sétimo mês das nossas ligas favoritas!

LMC

A Liga Mundial de Ciclismo retomou suas atividades depois de uma semana de folga, já com o Tour de France. O resumo da competição você confere aqui.

PARIS TOURS

No dia 29, os ciclistas independentes partiram de Paris, com uma subida de 5% logo no início e tudo plano a seguir em direção a Tours, para a clássica que é mais voltada aos sprinters, mas pode surpreender.

O dia de céu azul e temperatura em elevação trouxe uma corrida bem interessante, ao melhor estilo clássica. Uma fuga foi formada com Nairo Quintana e Sam Bennet, com Bryan Coquard na perseguição. No final de Paris, Quintana perdeu potência e Bennet foi a solo, mas Coquard continuava na cola. Já em Tours, os dois estavam se revezando para impedir novas aproximações quando Bennet caiu e teve que abandonar, lesionado. Coquard foi a solo enquanto Nairo Quintana e Bernal vinham atrás, tentando diminuir a diferença.

O público ajudou nessa hora e Bryan Coquard conseguiu se impor como sprinter para vencer. Em segundo, após emocionante disputa, veio Egan Bernal (Ineos) e, em terceiro, Nairo Quintana (Movistar), fechando a dobradinha colombiana no pódio e mantendo uma incrível rotina nesta prova, com o terceiro de 2021, a vitória em 2022 e 2023, e terceiro novamente em 2025 e 2026.
Segundo em 2024, o francês da Cofidis conseguiu dar aos franceses alguma alegria, após o fiasco dos seus compatriotas no Tour de France, e se manteve na liderança do ranking independente, com 75 pontos.

O pódio da Paris Tours 2026. No alto, com o troféu de vencedor, o francês Bryan Coquard (Cofidis). Abaixo dele, Egan Bernal (Ineos), segundo colocado. Abaixo do troféu e completando a dobradinha colombiana no pódio, Nairo Quintana (Movistar).

RANKING

1º André Greipel (Lotto Belisol) - 151 pontos;
2º Greg Van Avermaet (CCC) - 132 pontos;
3º Tom Boonen (Quickstep) - 116 pontos.

RANKING INDEPENDENTE

1º Bryan Coquard (Cofidis) - 75 pontos;
2º Tadej Pogacar (UAE) - 64 pontos;
3º Juan Jose Cobo Acebo (Caja Rural) - 62 pontos.

NOTAS RÁPIDAS
  • Julho se encerra com apenas duas provas disputadas, o mesmo de junho desse ano e julho do ano passado, fruto do cansaço que o pobre espetáculo traz e de um calendário que apertou bastante nos dois últimos meses.
  • Agosto já vai começar com a Vuelta a España, e se nada mais der errado, a LMC encerra a sua temporada dentro do previsto.
  • Foram 5 abandonos no mês, uma média alta para o número de competições (2), mas até baixo para o número de corridas (0,41), 2 a menos que em junho e o mesmo que julho de 2025.
  • A média de pontos de esforço na LMC foi de 2241, 188 a menos que junho, o que mostra que o ritmo está caindo cada vez mais. No Circuito Independente, a única prova trouxe a média de 801, dois pontos acima do mês passado.
  • O mês foi dedicado inteiramente ao Tour de France, e foi extremamente decepcionante. Esperava-se muito mais do que a corrida apresentou.
JSL

No domingo, 26, os skatinhos amadores se encontraram no Skatepark do Imperatriz Arena para o Campeonato Brasileiro, em um lindo dia de céu azul e temperatura agradável.

Na primeira bateria, Charlinho Charlô foi o primeiro a ir para a pista e começou com um 8, contra 7,5 de Jorge Ben10 e 7 de Manoel Mau Exemplo. No strawberry milkshake, Charlinho Charlô (3) e Manoel Mau Exemplo (4) praticamente se garantiram na final, pois Jorge Ben10 errou todas e se deixou em situação muito difícil. Nos flips, Charlinho Charlô garantiu a sua vaga ao acertar 2 e Manoel Mau Exemplo, acertando apenas um, deixou o segundo posto em aberto, pois Jorge Ben10 ainda tinha chances remotas. Tinha que acertar todas, conseguiu apenas uma, e assim as duas vagas ficaram com Charlinho Charlô (13) e Manoel Mau Exemplo (12). Jorge Ben10, com 8,5, ficou de fora.

Na segunda bateria, o nível foi maior, com Negro Fumante fazendo 8,5 e Fandinho Macaco, 8. Mas o show foi de Dalminho Tadafila, que fez uma linha incrível e conseguiu um 9club. Negro Fumante e Dalminho Tadafila acertaram 3 strawberry milkshakes e se colocaram em situação muito boa, já que Fandinho Macaco acertou apenas 1. Nos flips, as duas vagas se confirmaram, com Negro Fumante e Fandinho Macaco acertando 1 e Dalminho Tadafila, o melhor da primeira fase, 3. Assim, se classificaram Dalminho Tadafila (15) e Negro Fumante (12,5). Fandinho Macaco, atual campeão, continua sua má temporada e é eliminado logo na fase de classificação.

Chegou o momento das finais! Manoel Mau Exemplo começou botando pressão nos demais ao conseugir o seu 9club. Dalminho Tadafila fez nova volta incrível, mas cometeu uma falha e terminou com 8,5. Charlinho Charlô e Negro Fumante fizeram 8.

No strawberry milkshake, Dalminho Tadafila foi pra liderança ao acertar 3. Manoel Mau Exemplo e Charlinho Charlô acertaram 2 e Negro Fumante, 1. Nos flips, com todos muito próximos, Manoel Mau Exemplo foi pra liderança ao acertar 2 e Negro Fumante deu adeus ao título, ao acertar 1. Charlinho Charlô acertou 3 e foi para a liderança, jogando a pressão para Dalminho Tadafila, que precisava de dois acertos para ficar com o título. Acertou logo o primeiro, mas errou os três seguintes, deixando tudo para a última manobra. Tensão no Skatepark, Dalminho Tadafila bateu, o skatinho girou e... caiu de pé! O segundo acerto trouxe a Dalminho Tadafila o título brasileiro amador da JSL 2026, com 13,5 pontos, contra 13 do vice, Charlinho Charlô. O terceiro lugar ficou com Manoel Mau Exemplo, com 12 pontos, e o quarto foi Negro Fumante, com 11 pontos.

Este foi o primeiro título de Dalminho Tadafila na JSL, justo o campeonato nacional, que confirma a sua ótima fase na temporada, mantendo-o na terceira colocação no ranking. Com os dois líderes na disputa final, a liderança do ranking independente ficou no detalhe e, agora, é inteiramente de Charlinho Charlô, com 40 pontos.

Dalminho Tadafila comemora seu primeiro título na JSL, o Campeonato Brasileiro Amador 2026.

Ainda no domingo, começaram as disputas da categoria pro, com a primeira bateria. Brian Reid começou mal, errando muito, e fez 7,5. Chris Joslin veio a seguir e conseguiu um 8,5, e Rovani Fukuoka conseguiu um 8. O melhor ficou para os dois últimos skatinhos, ambos conseguindo 9club. Pepe Bala Perdida chegou a 9 com a bomb trick e Raica Leal, na volta.

Os skatinhos foram para o strawberry milkshake, Chris Joslin pulou pra liderança ao acertar todas as manobras. Pepe Bala Perdida e Raica Leal continuaram empatados, acertando 3. Rovani Fukuoka e Brian Reid acertaram uma só e praticamente deram adeus à competição. Nos flips, Brian Reid deu adeus à competição com seu único acerto. Chris Joslin praticamente se garantiu na final ao acertar 2. Rovani Fukuoka deu show e acertou todos os flips, jogando uma pressão enorme nos dois skatinhos seguintes. Pepe Bala Perdida sentiu e só acertou 1, ficando de fora da final. Raica Leal entrou precisando de 2 acertos, conseguiu 3 e ficou com a vaga. Assim, Chris Joslin (15,5) e Raica Leal (15) se classificaram para a final. Rovani Fukuoka (14), Pepe Bala Perdida (13) e Brian Reid (9,5) foram eliminados.

A competição continuou na segunda-feira, 27, com a segunda e a terceira baterias. Na segunda bateria, Nuno Santamaria começou as voltas, alcançando um 8,5 mesma pontuação de Nyjah Dallas. A seguir vieram Alessandro Dias, Aurelien Giraud e Will Mart, todos entrando para o 9club graças à bomb trick, mostrando que os 5 estavam no mesmo nível.

No strawberry milkshake, Alessandro Dias errou somente 1, Nuno Santamaria e Aurelien Giraud acertaram 3, e Nyjah Dallas e Will Mart, 2. Com 2,5 pontos separando o líder do último colocado, a decisão ficou para os flips, que foram emocionantes pelo lado negativo, já que somente Nyjah Dallas conseguiu acertar 2. Nuno Santamaria, Alessandro Dias e Aurelien Giraud acertaram somente 1, e Will Mart conseguiu errar todos. Assim, se classificaram Alessandro Dias (14) e Aurelien Giraud (13). Nuno Santamaria, Nyjah Dallas (ambos com 12,5 pontos) e Will Mart (11) foram eliminados.

A terceira bateria trouxe Kyle Walker, Fabiana Delfino, Mad Dog Krypto, Tony Walk e Cecil Peñarrubia. Walker abriu os trabalhos e entrou para o 9club, sendo seguido por Fabiana e Mad Dog. Tony Walk e Cecil Peñarrubia fizeram 8.

No strawberry milkshake, Mad Dog Krypto acertou todas e Fabiana Delfino só errou uma. Cecil Peñarrubia acertou 3 e Kyle Walker e Tony Walk, 2. Nos flips, Kyle Walker acertou 2 e entrou na zona de classificação. Fabiana Delfino veio a seguir, perdeu a concentração e errou todos, ficando em situação difícil. Mad Dog Krypto precisava de 2 para garantir a vaga em primeiro, conseguiu os 2 e pronto. O seguinte foi Tony Walk, que precisava acertar 4 para ultrapassar Walker e Delfino. Acertou os 3 primeiros, errou o seguinte e não sentiu a pressão para acertar o último e entrar na zona de classificação. Cecil Peñarrubia era o único que podia lhe tirar a vaga, mas precisava acertar todos os flips. Acertou 1 só e, assim, os classificados para a final foram Mad Dog Krypto (16) e Tony Walk (14). Kyle Walker, Fabiana Delfino (ambos com 13) e Cecil Peñarrubia (12) foram eliminados.

A disputa do título veio a seguir. Tony Walk e Chris Joslin alcançaram o 9club, mas os demais erraram e ficaram um pouco atrás. Mad Dog Krypto fez 8,5, Aurelien Giraud e Alessandro Dias, 8, e Raica Leal, a que mais errou, 7,5.

O nível subiu no strawberry milkshake, com Raica Leal, Chris Joslin e Mad Dog Krypto acertando todas e Alessandro Dias errando somente uma. Aurelien Giraud, com 2 acertos, e Tony Walk, com 1, praticamente deram adeus ao título.

Nos flips, Aurelien Giraud e Chris Joslin só acertaram 1. Alessandro Dias, Tony Walk e Mad Dog Krypto, 2. Raica Leal foi a melhor, acertando 3. Os acertos de Raica e os erros de Joslin colocaram a brasileira na liderança, mas Mad Dog Krypto acertou exatamente o que precisava para empatar com a Fatinha em 15,5 pontos e ficar com o Campeonato Brasileiro Pro 2026 por ter tido melhor nota na volta (8,5 x 7,5). Chris Joslin dominou as voltas e o strawberry milkshake, mas pecou nos flips e terminou na terceira posição, com 15 pontos. O quarto lugar foi de Alessandro Dias, com 14 pontos, sua melhor colocação até aqui na JSL. Em quinto ficou Tony Walk, 12 pontos, com um desempenho muito abaixo do esperado nas manobras. Em sexto, Aurelien Giraud, com 11 pontos.

O Campeonato Brasileiro foi de extremos. A queda da líder Fabiana Delfino (então campeã) e do vice-líder Will Mart logo na fase de classificação tirou um pouco do brilho das finais, mas o título do favorito do público Mad Dog Krypto (seu primeiro na JSL), o renascer de Raica Leal com o vice-campeonato e a excelente participação de Sandro Dias com o quarto lugar colocam essa competição entre os pontos altos do ano.

A JSL deve passar por mudanças em 2027, com a retirada de campeonatos comerciais e com pouco apelo e a entrada de mais três campeonatos estaduais que, somadas ao Campeonato Carioca, provocarão mudanças no Campeonato Brasileiro, que será disputado apenas pelos campeões e vices das etapas estaduais. Mais detalhes nas próximas postagens.

Após o Campeonato Brasileiro, Fabiana Delfino mantém a liderança do ranking pro, com 42 pontos, e deve mantê-la pelo menos até o Sulamericano de dezembro. É muito difícil que o skatinho da equipe Santa Cruz perca o título da temporada.

Mad Dog Krypto conquista o Campeonato Brasileiro 2026 da JSL, na categoria pro.

BASEBALL SOCIETY

SÉRIE VENEZUELA

Isótopos 5x9 Cervejeiros

Na noite do dia 01, uma quarta-feira de céu limpo e temperatura agradável, a Série Venezuela foi retomada com o segundo jogo da Conferência Sul. O Estádio Orinoco recebeu um bom público: além da continuidade da série, havia estreias que elevavam o nível da competição. As equipes agora contam com jogadores de posição definidos, bullpens estruturados e, como novidade, a introdução do umpire clicker, utilizado para a marcação de strikes, bolas, outs e innings. Com esse cenário, os Isótopos entraram em campo buscando fechar a série, enquanto os Cervejeiros jogavam pela sobrevivência — uma vitória levaria tudo para o jogo decisivo em Ciudad Bolívar.

Os 5 mil torcedores presentes acompanharam uma partida de altíssimo nível. Cristopher Sánchez começou bem, eliminando os dois primeiros rebatedores e se mantendo firme mesmo após uma tripla de Bobby Witt Jr. Na sequência, forçou o erro do estreante Bobby Bonilla e encerrou a entrada sem sofrer corridas. Sean Burke também iniciou sólido, apesar de ceder uma dupla para Christian Moore. Conseguiu dois strikeouts seguidos, mas Bo Naylor apareceu com uma tripla que impulsionou Moore para o home plate. Após eliminar Adolis García, o primeiro inning terminou com vantagem dos Isótopos: 1x0.

O jogo mudou completamente na segunda entrada. Roman Anthony e Ronny Mauricio abriram com home runs consecutivos, abalando de vez Cristopher Sánchez. A partir daí, vieram rebatidas simples em sequência, bases cheias e corridas sendo anotadas em efeito dominó. O inning desastroso rendeu seis corridas para os Cervejeiros. Os Isótopos responderam. Ken Caminiti abriu com uma dupla, e Christian Moore conectou um home run de duas corridas. Mesmo com dois strikeouts na sequência, Bo Naylor voltou a aparecer com outro home run. Ainda assim, a entrada terminou 6x4 para os Cervejeiros.

Na terceira entrada, os Isótopos recorreram ao bullpen, com Clayton Kershaw substituindo Sánchez. Mas o ritmo ofensivo dos Cervejeiros não diminuiu: dupla de Roman Anthony, triplas de Ronny Mauricio e Riley Greene, e uma dupla de Tucker Barnhart ampliaram a vantagem com mais três corridas. Precisando de cinco corridas na última entrada para forçar o extra inning, os Isótopos viram os Cervejeiros acionarem Chad Patrick como closer, que começou com um strikeout sobre Ken Caminiti. Ainda assim, Christian Moore e Yuli Gurriel conseguiram duplas, reduzindo a diferença. Ronald Acuña Jr apareceu com uma simples, colocando Gurriel na terceira base — mas a noite não era dele. Ao tentar roubar a segunda, foi eliminado após rápida ação defensiva de Barnhart e Bobby Witt Jr. Na sequência, Bo Naylor rebateu para a segunda base, e a jogada rápida entre Witt Jr e Bobby Bonilla encerrou o jogo.

A vitória dos Cervejeiros responde ao resultado do primeiro jogo (9x4 para os Isótopos), empata a série e confirma o equilíbrio entre as equipes. Destaque para Tucker Barnhart, que trouxe enorme segurança defensiva após chegar no waiverdraft. Bobby Bonilla também se entendeu bem com Bobby Witt Jr no infield, enquanto Roman Anthony voltou a brilhar ofensivamente. Pelo lado dos Isótopos, decisões táticas pesaram. Apesar da boa estreia de Ken Caminiti e do desempenho impressionante de Bo Naylor no bastão, os erros de Cristopher Sánchez e a atuação apagada de Ronald Acuña Jr foram determinantes.

MVP: Ronny Mauricio. O dominicano, terceira base oriundo do NY Mets, teve grande atuação ofensiva: 3 rebatidas em 4 idas ao bastão (simples, tripla e home run), além de 3 corridas impulsionadas.

Pescadores 4x1 Industriais

Na tarde de sábado, 04, o Estádio Orinoco recebia o jogo entre Pescadores e Industriais, com os Pescadores podendo sentenciar a série. O jogo se deu em um dia frio e com chuva fina em vários momentos, o que ajudou a enlamear o campo, dificultando as corridas.

Foi um jogo para os arremessadores, que conseguiram um expressivo número de strike-outs durante a partida inteira. Os Industriais foram primeiro para o bastão, e com o estreante AJ Pollock. Camilo Doval apostou em uma cutter para abrir os trabalhos e viu Pollock mandar a bola para fora do estádio, com um belíssimo home run que inaugurou o marcador. Doval não se abalou e aquela foi a única corrida que cedeu. Os Pescadores foram para a rebatida e conseguiram empatar em uma jogada estratégica perfeita. Jacob Melton conseguiu uma rebatida simples e, logo depois, roubou a segunda base. Após o strike-out em Jose Altuve, o estreante Dylan Moore foi para o bastão e conseguiu uma rebatida dupla, que impulsionou Melton para o home plate. A primeira entrada terminou 1x1.

Na segunda entrada, os Industriais conseguiram uma boa sequência de rebatidas, incluindo a tripla de Vladimir Guerrero Jr, que rendeu duas corridas, e a simples de Julio Rodriguez, que impulsionou o próprio Guerrero. Os Pescadores foram para o bastão e sofreram um three up, three down de Payton Tolle, com direito a strike-out em Jose Altuve para fechar a segunda entrada em 4x1.

O bullpen dos Pescadores foi acionado e Bubba Chandler entrou no lugar de Camilo Doval. Apostando em fastballs, Chandler conseguiu eliminar os adversários, cedendo apenas uma rebatida dupla de Vladimir Guerrero Jr, mas os Industriais não anotaram corridas e cederam o bastão para os Pescadores, que precisavam de 3 corridas para empatar. Os Industriais chamaram Max Fried do bullpen para o lugar de Tolle. O closer foi muito bem, com um belo arsenal de sliders. Apesar da rebatida simples de Drew Gilbert e da dupla de Gavin Sheets jogarem alguma pressão, com corredores na segunda e terceira bases com dois eliminados, Fried se manteve calmo, apostando em sliders. Jacob Melton conseguiu uma rebatida alta na direção da primeira base, mas Vladimir Guerrero Jr estava inspirado e apanhou a bola no ar, eliminando o último rebatedor e garantindo a vitória.

O placar magro pode indicar um jogo sem muita emoção, mas teve de sobra, com os arremessadores muito bem e grandes jogadas. Vladimir Guerrero Jr, com uma rebatida dupla e uma tripla, impulsionando 2 corridas, mostrou que as estrelas podem brilhar. Os estreantes dos Industriais foram muito bem e garantiram a vitória de sua equipe, que empata a série e leva tudo para o terceiro e decisivo jogo.

MVP: Payton Tolle. Em um jogo dos arremessadores, Tolle foi muito bem. Conseguiu 3 strike-outs, cedeu apenas uma corrida e deu a volta por cima, após falha no primeiro jogo.

Narcos 0x12 Almirantes

No domingo, 05, foi a vez do Estádio Universitário de Caracas abrir as portas, dessa vez para a Conferência Norte da Série Venezuela, com o jogo entre Narcos e Almirantes.

O público merecia um pouco mais de competição. Os Narcos estreavam seus 3 novos jogadores e apostavam na experiência de Mike Devereaux para conseguirem a primeira vitória no Baseball Society e impedir o fechamento da série. Mas bastou uma entrada para o jogo ser encerrado. O estreante Lane Thomas foi para o bastão e Will Warren abriu com uma cutter, só para ver Thomas mandar a bola para fora do estádio e anotar a primeira corrida dos Almirantes. O segundo rebatedor também era um estreante, Ozzie Albies, e Warren apostou na cutter novamente, para ver mais uma ser rebatida para fora do estádio e anotar a segunda. Dali, todos os rebatedores dos Almirantes passaram e conseguiram alguma rebatida, simples, dupla, tripla, home run, as corridas se empilhando, a fila voltando ao primeiro e os estreantes arrebentando. A cada arremesso, Will Warren via sua confiança ir abaixo de zero, enquanto Bryan Abreu já aquecia no bullpen.

A primeira entrada terminou com 12 corridas anotadas para os Almirantes e os Narcos foram para o bastão precisando de 3 corridas para evitar que o jogo terminasse ali mesmo. Apesar de Tyler Freeman conseguir uma dupla logo de cara, Bryan Woo não se abalou, e com uma variedade enorme de change-ups, sliders, sinkers e fastballs, eliminou os três rebatedores seguintes e encerrou o jogo.

Em algo nunca visto no Baseball Society, os Almirantes vencem pela via de nocaute e sentenciam a série ao conseguirem sua segunda vitória, em mais uma derrota dos Narcos, a sexta em seis jogos. Essa foi bem humilhante, que mostra que os Narcos, realmente, estão em um patamar muito inferior aos seus adversários.

MVP: Lane Thomas. O estreante de Knoxville, Tennessee, oriundo do Washington Nationals, mostrou que os Almirantes acertaram em cheio na escolha. Rebateu nas 3 vezes em que foi para o batter box, logrando duas duplas e um home run e anotando 3 corridas, em uma estreia para ser lembrada por muitos e muitos anos.

Senadores 2x1 Apaches

Na quarta-feira, 08, uma noite fria e nublada era convite para ficar em casa e curtir um aconchego, mas 20 mil pessoas lotaram o Estádio Universitário de Caracas para assistirem à segunda partida entre Senadores e Apaches, com estreia dos reforços. Os Senadores precisavam da vitória para forçar a decisão no terceiro jogo, e os Apaches esperavam uma vitória que selasse de  vez a série.

Quem vê o resultado chega à conclusão de que foi muito pobre ofensivamente. E foi mesmo, mas muito mais mérito dos arremessadores do que incompetência dos rebatedores. Os Senadores começaram arremessando, com Jack Leiter apostando em fastballs, chegando a mandar 3 seguidas contra os rebatedores dos Apaches. O estreante Omar Vizquel conseguiu uma tripla, mas seus 3 companheiros de rebatida foram eliminados. Os Apaches começaram com Lazaro Estrada no montinho, com um bom repertório de bolas de efeito das mais variadas. Tirando uma simples de Masataka Yoshida, os Senadores não conseguiram mais nada, com direito a strike-out em James Wood, e a primeira entrada terminou 0x0.

Na segunda entrada, Leiter começou a usar bolas de efeito e conseguiu duas rápidas eliminações. Mas continuou apostando em arremessos complexos e, assim, mandou Jakob Marsee para a primeira base por bolas. O problema é que o rebatedor seguinte era Omar Vizquel, que estava empolgado com sua estreia e conseguiu outra tripla, mandando Marsee para o home plate e anotando a primeira corrida de sua equipe, que acabou sendo a única, pois um groundball eliminou Rafael Devers. Lazaro Estrada continuou arremessando bem, mudando a estratégia para fastballs e sinkers. Mesmo com Chad Stevens conseguindo uma simples e Addison Barger, uma dupla, os Senadores não conseguiram mais nada e a segunda entrada terminou 1x0 para os Apaches.

Na terceira entrada, o bullpen dos Senadores foi acionado, com Trevor Rogers entrando. Ele começou apostando em arremessos de curva e sliders, mas o estreante Paul DeJong conseguiu uma rebatida simples, e quando Anthony Seigler foi para o bastão, DeJong conseguiu roubar a segunda base. Seigler foi eliminado por flyball, mas DeJong capitalizou de novo e avançou à terceira base. Mas a opção por um arremessador canhoto se mostrou acertada e Rogers conseguiu um strike-out em Jakob Marsee que encerrou a participação dos Apaches no bastão. Os Senadores precisavam anotar uma corrida para levar para a entrada extra, e sabendo disso, os Apaches optaram pela experiência, mandando Eric Lauer para o montinho. A ideia era usar o segundo dos Canhões Duplos para encerrar o jogo na contagem mínima, mas até as estrelas têm seus dias ruins. Após eliminar a estrela dos Senadores, James Wood, por strike-out, Lauer se viu cara a cara com o estreante Roberto Perez. Uma change-up no meio da zona de strike fez Perez rebater um home run que empatou o jogo e empolgou a equipe, pois só tinham um eliminado. Lauer apostou em uma sinker contra Chad Stevens, só para ver a rebatida mandar a bola para fora do estádio. O novo home run deu a vitória aos Senadores por 2x1, sem a necessidade de continuarem rebatendo.

Os Apaches tiveram um bom jogo defensivo e só não venceram porque Eric Lauer entrou mal. O destaque foi o estreante Omar Vizquel, shortstop improvisado de catcher que foi duas vezes para o bastão e, nas duas, acertou uma rebatida tripla, anotando a corrida de sua equipe. Do lado dos Senadores, apesar do péssimo jogo de seu outfield, principalmente James Wood, que sofreu dois strike-outs nas duas vezes que foi ao bastão, o estreante Roberto Perez foi muito bem defensivamente, ajustando os arremessos dos pitchers, e ofensivamente ao anotar o home run que empatou o jogo. Trevor Rogers também entrou com muita segurança. A série agora está empatada em 1x1, levando tudo para o terceiro e decisivo jogo!

MVP: Jack Leiter. O arremessador dos Senadores não foi bem no primeiro jogo, mas deu a volta por cima aqui. Com muita segurança, apostou mais em bolas rápidas, mas também variou para as de efeito. E mesmo com o erro que levou Jakob Marsee à primeira base, seguido da rebatida tripla que anotou a corrida dos Apaches, manteve a calma e saiu de campo com uma partida muito sólida.

Cervejeiros 10x9 Isótopos

Na noite de sábado, 11, o Estádio Orinoco viu seus 5 mil lugares serem ocupados para o jogo decisivo da Série Venezuela Sul entre Cervejeiros e Isótopos, uma série muito disputada. Os Isótopos venceram a primeira por 9x4 e os Cervejeiros deram o troco, 9x5.

Foi uma das melhores e mais cansativas partidas do Baseball Society até aqui, com as duas equipes totalmente iguais. Os Cervejeiros abriram o jogo com Sean Burke arremessando e sofrendo rebatidas consecutivas, tanto que o bullpen já começou a se agitar. A dupla de Bo Naylor e a tripla de Adolis Garcia renderam 3 corridas para os Isótopos, que conseguiram rodar todos os seus rebatedores. Quando foram para a defesa, tiveram um bom início com Cristopher Sanchez arremessando, mas os Cervejeiros também anotaram 3 corridas, em uma tripla de Roman Anthony e uma simples de Ronny Maurício. O primeiro inning terminou 3x3.

Na segunda entrada, Kyle Freeland substituiu Burke e conseguiu um rápido three up, three down. Cristopher Sanchez também foi bem e conseguiu sair da entrada zerado. O mesmo aconteceu na terceira entrada, quando Chad Patrick substituiu Kyle Freeland e Kris Bubic entrou no lugar de Sanchez. Bubic se destacou com eliminações rápidas.

O jogo foi para a entrada extra e Chad Patrick não demonstrou a mesma confiança. Apostando nas cutters e change-ups, sofreu quatro home runs em cinco rebatedores (apenas Adolis Garcia fugiu à regra, com uma rebatida simples), e o elenco de rebatedores rodou duas vezes, anotando 6 corridas e pavimentando a vitória para os Isótopos, que abriram 9x3 e obrigaram os Cervejeiros a também conseguirem 6 corridas, para empatar o jogo. Clayton Kershaw entrou no lugar de Kris Bubic e conseguiu duas eliminações rápidas com um double play, mas o que se viu a seguir foi um desastre. Uma sequência de rebatidas dos Cervejeiros conseguiu exatamente as 6 corridas que a equipe precisava para levar a uma segunda entrada extra, empatando o jogo em 9.

Na quinta entrada do jogo, Chad Patrick se recuperou e, à exceção de uma dupla de Adolis Garcia quando tinha dois eliminados, não sofreu mais nada e os Cervejeiros voltaram ao bastão precisando de apenas uma corrida. Tucker Barnhart conseguiu uma rebatida simples, Bobby Witt Jr também e, com isso, os Cervejeiros tinham um jogador em posição de anotar quando Roman Anthony foi ao bastão. A rebatida dupla levou Barnhart ao home plate e os Cervejeiros conseguiram a corrida que precisavam para vencer o jogo: 10x9.

Em uma partida que mostrou o equilíbrio entre duas equipes que jogam ao mais alto nível, os Cervejeiros tiveram uma frieza incrível para buscarem o empate e, depois, a virada para fechar a Série Venezuela Sul em 2x1, com todos os seus jogadores impulsionando corridas. Os Isótopos, por sua vez, pagaram caro nos dois últimos jogos pelas escolhas de seu treinador. Nesse, Kris Bubic arremessava muito bem e a equipe estava com a vitória nas mãos, quando o treinador optou pela rotação de arremessadores e colocou um Clayton Kershaw que foi decisivo para a derrota, sofrendo 7 corridas que definiram a série.

MVP: Roman Anthony. O rookie de West Palm Beach, Flórida, oriundo do Boston Red Sox, é o grande impulsionador de corridas da equipe, e nesse jogo não foi diferente. Com duas rebatidas simples, uma dupla e uma tripla, quase completou o cycle, mas anotou 3 corridas que recolocaram a equipe nos trilhos e ainda conseguiu a dupla que decidiu o jogo.

Industriais 3x6 Pescadores

No fim de tarde de uma gelada segunda-feira, 13, o Estádio Orinoco recebeu bom público para o terceiro e último jogo da Série Venezuela Sul entre Industriais e Pescadores, com a série empatada em 1x1 após os Pescadores vencerem a primeira (7x4) e os Industriais, a seguinte (4x1).

Houve um double switch antes da partida e os Pescadores começaram arremessando, com Camilo Doval mandando muito bem na alternância entre bolas fora de zona e fastballs, encerrando a entrada sem que os Industriais anotassem. Na vez dos Pescadores, Payton Tolle não começou bem. Os quatro primeiros rebatedores conseguiram chegar em base, sendo que Dylan Moore, o terceiro, acertou um home run que anotou 3 corridas. O sofrimento continuou com todos os jogadores rebatendo e a rotação sendo feita pela segunda vez, até que um strike-out em José Altuve encerrou a entrada em 5x0 para os Pescadores.

Os Industriais voltaram ao bastão na segunda entrada conseguindo rebater dessa vez, com TJ Friedl conseguindo uma dupla e Rick Dempsey, uma simples. Após duas eliminações, foi a vez de Vladimir Guerrero Jr ir para o bastão, e ele mostrou por que é o astro da equipe, rebatendo uma tripla que impulsionou duas corridas, mas Julio Rodriguez foi eliminado a seguir. Sonny Gray entrou como reliever no lugar de Payton Tolle e já eliminou Tim McIntosh. Mas Drew Gilbert veio a seguir e acertou um home run. Gray não se abalou e conseguiu dois strike-outs para fechar a entrada. Os Pescadores ampliaram para 6x2.

Na terceira entrada, Logan Gilbert entrou como closer, sabendo que a vitória estaria assegurada a menos que os Industriais anotassem quatro corridas. TJ Friedl foi o primeiro a rebater e acertou um home run. Logo a seguir, Rick Dempsey conseguiu uma rebatida e foi para a primeira base. Gilbert não sentiu pressão alguma, eliminou os 3 rebatedores seguintes por strike-out e encerrou o jogo sem que os Pescadores precisassem ir para o bastão.

Os Industriais pagaram caro pela oscilação de seu arremessador. Payton Tolle foi vilão no primeiro jogo, MVP no segundo e vilão novamente ao entregar 5 corridas só na primeira entrada, saindo para não mais voltar. Outro culpado pela derrota foi Rick Dempsey, o catcher cuja experiência era esperada para acalmar seu arremessador. No campo ofensivo, Vladimir Guerrero Jr foi muito bem, mas não foi acompanhado por Max Schuemann, que não acertou uma rebatida nas três que tentou e ainda sofreu dois strike-outs.

Já os Pescadores voltaram a mostrar força. Camilo Doval foi muito bem nos arremessos e Logan Gilbert mostrou frieza para encerrar o jogo. No campo ofensivo, somente Gavin Sheets saiu zerado. Todos os demais conseguiram rebatidas e corridas.

MVP: Drew Gilbert. O jardineiro direito mostrou força ofensiva, ao conseguir uma rebatida tripla e um home run que renderam duas corridas para a sua equipe.

A Série Venezuela Sul se encerra com Cervejeiros e Pescadores como vencedores, mas um enorme equilíbrio nas duas chaves, que terminaram somente no terceiro jogo, por 2x1. Os vencedores das premiações individuais foram os seguintes:

Slugger - Christian Moore (Isótopos) - 20 bases;
Artilheiro - Roman Anthony (Cervejeiros) - 7 RBI;
MVP - Roman Anthony (Cervejeiros).

O MVP e artilheiro da Série Venezuela Sul, Roman Anthony (Cervejeiros), e o slugger Christian Moore (Isótopos).

Almirantes 9x4 Narcos

Na fria noite do dia 17, uma sexta-feira, o Estádio Universitário de Caracas recebeu um público que, embora não lotasse o Maracanã do beisebol venezuelano, ainda assim era um bom número para a partida entre Almirantes e Narcos. A série já estava encerrada em favor da equipe naval, mas os criminosos ainda buscavam a primeira vitória no Baseball Society.

Ao contrário do que o placar indica, o jogo foi bem divertido. Os Almirantes entraram com Landen Roupp no montinho e os Narcos se aproveitaram com isso, rodando todos os rebatedores e conseguindo anotar 3 corridas. A primeira veio com uma dupla de Mike Devereaux, e as seguintes, em um home run de William Contreras. Parecia que a primeira vitória viria. Para isso, os Narcos também apostaram no arremessador reserva, Bryan Abreu, e erraram novamente. Os Almirantes fizeram um jogo de conquista de bases e, à exceção do walk de Ozzie Albies, todos os demais conseguiram rebatidas e foram anotando corridas. Em que pese as 3 eliminações terem sido em strike-out, o resto foi um massacre pra cima de Abreu. A primeira entrada terminou 5x3 para os Almirantes.

Aí entrou o desequilíbrio que sempre abate os Narcos. Na segunda entrada, Mike Devereaux voltou a conseguir uma rebatida dupla, e chegou ao home plate em nova dupla, de novo com William Contreras, mas essa foi a única corrida anotada. O bullpen dos Narcos foi acionado e o rookie Jonah Tong entrou, de forma desastrosa. Apostando em cutters, sofreu 3 home runs seguidos e os Almirantes anotaram mais 4 corridas, fechando o inning em 9x4.

Ali a partida já estava encerrada. Na terceira entrada, os Narcos tinham que anotar 5 corridas para empatar o jogo e os Almirantes colocaram Carson Whisenhunt como closer. Ele conseguiu um three up, three down com direito a strike-out nas duas últimas eliminações e o jogo terminou novamente sem que os Almirantes precisassem rebater.

Os Almirantes jogaram soltos, com tranquilidade, todos rebateram e a equipe sai de campo com mais uma vitória, fechando a série em varrida, 3x0. Os Narcos mostraram alguma evolução, com Mike Devereaux dando sinais de que pode ser o líder que se espera, além do excelente jogo do catcher William Contreras, com uma rebatida dupla e um home run em duas idas ao bastão, anotando 3 corridas, mas o resto do time não ajuda, principalmente os arremessadores, que entregam rebatidas e mais rebatidas sem mudar os arremessos. Outra decepção é Shawon Dunston, o veterano primeira base que veio com a função de ser um apoio a Devereaux com a sua experiência, mas não conseguiu nada até aqui, nas duas partidas que disputou. Os Narcos, agora, somam 7 derrotas em 7 jogos.

MVP: Alex Freeland. Natural de Louisville, Kentucky, e oriundo do Los Angeles Dodgers, o jogador de terceira base quase consegue um cycle. Rebateu uma simples, uma dupla e um home run nas suas 3 idas ao bastão, com 3 corridas que ajudaram os Almirantes a conquistarem mais uma vitória.

Apaches 6x10 Senadores

No domingo, 19, chegava o último jogo da Série Venezuela. Apaches e Senadores decidiam o último vencedor da série em um Estádio Universitário de Caracas lotado.

Se o jogo passado foi dos arremessadores, esse foi dos rebatedores. Em todas as entradas, as equipes fizeram a rotação completa, à exceção da última, quando somente o último na lista dos Apaches (Omar Vizquel) não entrou.

Na primeira entrada, à exceção de uma eliminação por groundball de James Wood (o quarto na lista), todos os Senadores conseguiram rebater, com destaque para o home run de Wander Franco e a tripla de Chad Stevens, que conseguiram as 4 corridas dos Senadores. Os Apaches não ficaram por menos e também conseguiram rebatidas em profusão, com direito ao home run de Omar Vizquel que anotou as duas corridas de sua equipe. Rafael Devers, que chegou à primeira base por walk, liderou as eliminações da equipe ao tentar roubar a segunda base e ser queimado. A primeira entrada terminou 4x2 para os Senadores.

Na segunda entrada, Eric Lauer entrou como reliever de um Lazaro Estrada que não passava confiança, mas conseguiu ser pior. Os arremessos de Lauer ou iam fora da zona de strike ou eram rebatidos, e assim as bases foram enchendo. Até o strike-out que resultou na eliminação de Wander Franco, os Senadores ampliaram com mais 5 corridas. Os Apaches voltaram ao bastão e também conseguiram rebatidas, enchendo as bases aos poucos. A tripla de Anthony Seigler rendeu duas corridas e a dupla de Jakob Marsee, uma. O segundo inning terminou 9x5 para os Senadores.

Na terceira entrada, Gavin Williams substituiu um Eric Lauer muito abaixo do normal, e em que pese a dupla de Angel Martinez ter rendido mais uma corrida, Williams mostrou uma confiança que faltou aos Canhões Duplos, com direito a strike-out no astro japonês Masataka Yoshida. Os Senadores voltaram para o campo de defesa com Shane Smith como closer. Os Apaches precisavam de 5 corridas para empatar o jogo e, após o strike-out que tirou Rafael Devers, duas rebatidas duplas renderam uma corrida, com Angel Martinez conseguindo o RBI. A equipe até se empolgou, mas Smith estava bem nos arremessos, induzindo os rebatedores a erros que rendiam groundballs. Quando Jakob Marsee rebateu na direção da primeira base, Wander Franco pegou rápido a bola, pisou na base e deu números finais ao confronto.

A vitória dos Senadores veio através de um elenco com bons nomes e entrosamento suficiente para se imporem a qualquer adversário. Controlaram o jogo contra uma equipe forte, que mostrou reação, mas nunca para ameaçar o jogo dos legisladores. Os Apaches pagaram caro pela sua dupla de arremessadores. Lazaro Estrada não passou confiança. Pior foi Eric Lauer, que pelo segundo jogo consecutivo foi o principal culpado pela derrota.

MVP - Roberto Perez. O catcher dos Senadores conseguiu uma dupla e uma tripla em 3 idas ao bastão, impulsionando 3 corridas e sendo fundamental também na defesa, orientando os arremessadores.

A Série Venezuela Norte se encerra com Almirantes e Senadores como vencedores. Os Almirantes varreram os Narcos por 3x0 e os Senadores fizeram uma série apertada, mas com vitórias tranquilas, derrotando os Apaches por 2x1. Os vencedores das premiações individuais foram os seguintes:

Slugger - Alex Freeland (Almirantes) - 15 bases;
Artilheiro - Dylan Beavers (Almirantes) - 6 RBI;
MVP - Alex Freeland (Almirantes).

Só deu Almirantes na premiação individual da Série Venezuela Norte. Alex Freeland, MVP e slugger, e Dylan Beavers, artilheiro.

O mês de julho se encerra dessa forma, no Baseball Society:

1. Senadores - 7 jogos, 5 vitórias, 2 derrotas, 109 bases conquistadas, 36 RBI;
2. Cervejeiros - 7 jogos, 5 vitórias, 2 derrotas, 123 bases conquistadas, 40 RBI;
3. Almirantes - 7 jogos, 5 vitórias, 2 derrotas, 96 bases conquistadas, 32 RBI;
4. Apaches - 7 jogos, 4 vitórias, 3 derrotas, 77 bases conquistadas, 39 RBI;
5. Pescadores - 7 jogos, 4 vitórias, 3 derrotas, 88 bases conquistadas, 28 RBI;
6. Isótopos - 7 jogos, 3 vitórias, 4 derrotas, 121 bases conquistadas, 42 RBI;
7. Industriais - 7 jogos, 2 vitórias, 5 derrotas, 73 bases conquistadas, 22 RBI;
8. Narcos - 7 jogos, 0 vitória, 7 derrotas, 61 bases conquistadas, 19 RBI.

Nas estatísticas individuais, temos o seguinte:

Artilheiro - Roman Anthony (Cervejeiros) - 20 RBI;

Slugger - James Wood (Senadores) e Roman Anthony (Cervejeiros) - 33 bases conquistadas.

Para agosto teremos algumas novidades, começando pela primeira competição, a Copa do Rei. Também teremos a introdução de estatísticas individuais para os arremessadores. E temos mais uma novidade vindo por aí que vai aumentar o nível das equipes.

SUBBUTEO

No sábado, 04, se iniciava a terceira e decisiva rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de Subbuteo, com os jogos dos grupos A e B.

No grupo A, Escócia e França fizeram um jogo de altíssimo risco. Vitória e empate classificavam a Escócia, mas derrota podia significar eliminação. A França se classificava com vitória, e um empate levaria a definição para o próximo jogo. A derrota era eliminação. A França jamais mostrou sinais de organização e a Escócia não precisou se esforçar muito para vencer com dois gols de Josh Gallagher. O astro do Chelsea marcou aos 7 e 8 minutos para fazer 2x0, classificar a Escócia, eliminar a França e tornar o jogo seguinte um mero amistoso. A Espanha entrou em campo já eliminada e o surpreendente México, já classificado, mas parecia o inverso. A Espanha dominou desde o pontapé inicial, jogou com categoria, troca de passes envolventes e conclusões de tudo quanto é lado. Com dois gols de Alfonso Perez e dois de Gaizka Lajarreta contra um de Santiago Muñez no final do jogo, a Espanha goleou por 4x1, mas a vaga (e a festa) eram mexicanas.

No grupo B também havia tensão. Brasil e Suécia entraram em campo com os suecos já classificados e os brasileiros precisando de um empate para ficar com a segunda vaga. Vitória sueca dava chances da Jamaica se classificar. O Brasil se impôs do início ao fim, jogou como favorito ao título, com toques envolventes e um ataque letal. O hat-trick de Leozinho foi suficiente e, mesmo com o gol de Nordhall no final, a vitória por 3x1 classificou o Brasil em primeiro e a Suécia em segundo. Com isso, Estados Unidos e Jamaica entraram em campo só para cumprir tabela e fizeram um jogo mais preguiçoso. Os gols de Welby e Stewart deram a vitória aos Estados Unidos no dia de sua independência.

Na segunda, 06, foi a vez dos grupos C e D. No C, as coisas já estavam decididas. Argentina e Inglaterra classificadas, jogando para saber quem ficaria em primeiro no grupo, e Croácia e Qatar jogando apenas para cumprir tabela. A Argentina entrou em campo com mais gols (6x4), e poderia até empatar para ficar com a primeira posição. Os argentinos entraram para segurar empate, e a Inglaterra, para jogar. Com boa postura tática, os ingleses marcaram com Gavin Harris e Rob Hightower e venceram por 2x0, ficando com a primeira posição e deixando a Argentina em segundo. A seguir, Croácia e Qatar entraram em campo e fizeram um jogo medíocre. O craque Sakre marcou o gol croata aos 3 minutos, após linda jogada individual, mas Al-Rawi empatou para o Qatar no último minuto. O 1x1 deixou o Qatar em terceiro e a Croácia, em um humilhante quarto lugar em seu grupo.

No grupo D, a Itália já estava classificada e em primeiro, pegando uma Rússia que só se classificaria se vencesse, pois empate e derrota davam chances de Irã e Colômbia lutarem pela última vaga nas quartas de final. O jogo mais tenso da fase de grupos foi surpreendente, pois a Rússia tinha que derrotar justamente a tricampeã mundial, que a havia derrotado na decisão da última Copa do Mundo, uma tarefa quase impossível. Mas o "quase" significa que há uma chance. A Rússia jogou pra cima, com um futebol que não tinha sido visto ainda. Iuran fez 1x0 após bater a carteira de Verona na saída de bola. Mas a Itália tem o melhor jogador do mundo, Marc Bivi, que fez um golaço após recuperar uma bola no campo de defesa, driblar três jogadores para levar à área adversária e pegar o rebote do próprio chute. Mas Iuran estava incrível e colocou a Rússia na frente novamente. A Itália teve a última bola do jogo, em penalidade média que Ruotollo cobrou, mas o goleiro Rinatsev estava pegando tudo e, com a ponta dos dedos, defendeu a cobrança, dando a vitória (e a classificação) à Rússia, 2x1.Assim, Colômbia e Irã entraram em campo para o último jogo da fase de grupos para cumprir tabela. A vitória coube à Colômbia, 2x1, com dois gols de Carboni contra um de Taremi, em um jogo bem divertido, sem obrigação.

Sorteio realizado ao final da fase de grupos definiu os confrontos das quartas de final: Escócia x Suécia, Brasil x México, Itália x Argentina, Inglaterra x Rússia. As partidas foram disputadas no sábado, 11, em um dia de céu azul e temperatura em elevação.

Na primeira partida, a Escócia escolheu dar a bola pra Suécia e apostar nos contra ataques. Acabou premiada com uma vitória por 3x0, com dois de Gordon Durie e um de Josh Gallagher, e despachou os suecos para casa. Na segunda partida, o favorito Brasil enfrentou o surpreendente México, mas não deu chance à zebra. Com um futebol envolvente, marcação forte e um artilheiro afiado, o time brasileiro venceu por 3x0, com 3 de Leozinho, e garantiu a vaga na próxima fase. A terceira partida colocou frente a frente a tricampeã Itália e a Argentina, atual terceira colocada e que foi vice para os seus adversários europeus nas duas primeiras Copas. O jogo, que colocava frente a frente os artilheiros da competição (Garcia e Marc Bivi) foi espetacular, com as duas equipes criando e desperdiçando chances. Mas a Itália tem Marc Bivi, o melhor jogador de Subbuteo do mundo. Ele precisou de duas chances para anotar, e com o 2x0, a Itália despacha a Argentina com os argentinos reclamando da arbitragem em um lance que a bola teria entrado quando perdiam por 1x0. No último jogo das quartas de final, a favoritíssima Inglaterra, única seleção com 100% de aproveitamento na competição, encarou a Rússia, que patinou contra adversários mais fracos, mas cresceu justamente contra a maior de todas. Foi um jogo espetacular, em todos os sentidos. A Inglaterra tomou a iniciativa e a Rússia apostou nos contra ataques. O artilheiro Hightower se movimentava e concluía, mas parava em Rinatsev, o melhor em campo. Aos 7 minutos, a Rússia encaixou ótima triangulação e Chernikov acertou lindo chute cruzado da entrada da área. O 1x0 mostrou que a Rússia veio para derrubar gigantes, e após derrotar a campeã da Eurocopa e da Jarra Tropon e maior favorita ao título mundial, se coloca novamente entre as quatro melhores seleções.

As semifinais foram no próprio sábado. No primeiro jogo, a matadora de gigantes, Rússia, enfrentou o Brasil, que cresce e se impõe durante a competição. No segundo, a tricampeã Itália encarou a Escócia, que também se impõe.

A Rússia chegou embalada pelas ótimas defesas de Rinatsev e pelas vitórias sobre os dois principais favoritos, mas o Brasil continuou dando suas aulas táticas. Sabendo que a marcação cairia forte em Leozinho, os brasileiros concentraram o jogo em André, atacante que cresce em decisões. O camisa 7 não quis saber quem estava no gol, e com dois chutes fortes, abriu o caminho para a vitória. A Rússia precisou se lançar ao ataque e relaxou na marcação a Leozinho, que fez o terceiro. Só no último minuto Salankov fez o gol de honra. O Brasil vence por 3x1 e avança à grande final.

No outro jogo, a Itália chega embalada, contra uma Escócia aplicada e que colhe os frutos do seu trabalho. Foi o melhor jogo da Copa, sem sombra de dúvidas. Uma Itália aguda esbarrando na marcação forte da Escócia, que botava pra fora o seu jogo de toque de bola. A Escócia abriu 2x0, com McNeill e Gordon Durie, e praticamente carimbou a vaga na final, faltando 3 minutos para encerrar o jogo. Mas a Itália reagiu, e com Ruotollo e Marc Bivi, empatou em 2x2. O segundo finalista seria decidido nos pênaltis que, pelas regras do Subbuteo Society da FIFUBO, é em disputas individuais. Marc Bivi foi para a cobrança e Andrew McGordon pegou; Gordon Durie bateu, Bazzagli não alcançou. A Escócia venceu por 1x0 na disputa de pênaltis e avançou à final. Pela primeira vez na história da Copa do Mundo a Itália não está na final.

Domingo, 12 de julho de 2026. O Imperatriz Arena recebeu em seu campo de terra um público enorme naquele dia de céu nublado e temperatura agradável, para a grande decisão da Copa do Mundo de Subbuteo 2026, além da preliminar que decidiria o terceiro colocado da competição.

Pela disputa do terceiro lugar, Rússia e Itália voltaram a se enfrentar, após os russos apresentarem aos italianos a sua primeira (e até aqui única) derrota na história da Copa do Mundo, no 2x1 da fase de grupos. Mas na decisão da Copa de 2022, a Itália derrotou a Rússia para ficar com o tricampeonato.

Rússia e Itália alinhadas, prontas para a decisão do terceiro lugar.

Foi um jogo incrível. A Itália abriu o marcador logo aos dois minutos, em jogada individual de Marc Bivi, mas a Rússia não se acanhou e foi buscar o empate, que só saiu aos 6 minutos, com Salankov. Mas a Itália tem Marc Bivi e isso já a deixa à frente de qualquer rival. Aos 8 minutos, Rutollo fez ótima jogada pela meia direita, atraiu a marcação e rolou no meio, encontrando o camisa 9 livre. Bivi invadiu a área, tocou na saída do goleiro e decretou o terceiro lugar da Itália: 2x1.

Finalizada a disputa da medalha de bronze, chegou a hora da grande decisão! Brasil e Escócia lutaram a Copa inteira e chegaram à final com inteira justiça, mas somente um poderia sair daqui com o título.

Brasil e Escócia alinhados para a grande final da Copa do Mundo de Subbuteo!

O Brasil chegou à final depois de passar em primeiro no grupo B, com um empate (2x2 Jamaica) e duas vitórias (4x0 Estados Unidos e 3x1 Suécia). Nas quartas, eliminou o México (3x0), e nas semifinais, a Rússia (3x1). A Escócia também foi primeira em seu grupo, o A, com um empate (1x1 México) e duas vitórias (2x0 Espanha e França). Nas quartas, eliminou a Suécia (3x0), e nas semifinais, a Itália (2x2 no tempo normal e 1x0 nos pênaltis).

A trajetória dos dois times ao topo do Subbuteo mundial é muito parecida, com ambos investindo e um projeto para revelar jovens talentos que resultou em um título e um vice-campeonato para a Inglaterra. O Brasil conquistou a Copa América e perdeu a Jarra Tropon para os ingleses; a Escócia, campeã do Desafio dos Campeões e vice da Eurocopa para o English Team.

Único Futlouco nessa imensa coleção de miniaturas e botões, Zeca Chapéu dá o pontapé inicial da grande final.

A bola rolou para um jogo tenso, que já começou com duas chances desperdiçadas pelos camisas 9. Gordon Durie primeiro, Leozinho depois, concluíram grandes jogadas que terminaram com belas defesas dos goleiros. As equipes pareciam sentir o Imperatriz Arena lotado e tudo o que aquilo significava. Assim, a marcação forte era mais presente do que as jogadas tramadas.

Aos 2 minutos, o Brasil mostrou novamente a sua grande arma nessa Copa do Mundo, que é a variação tática. Pablo trocou de posição com Dr. L, que saiu da defesa para armar o jogo. O camisa 5 tabelou com Leozinho, que era marcado por Gallagher e conseguiu se livrar quando Dr. L ameaçou avançar pela ponta. O camisa 5 passou a Leozinho no comando de ataque e o camisa 9 invadiu a área pela direita, deslocando McGordon para fazer Brasil 1x0.

O gol não abalou a Escócia, que continuou o seu jogo de toques de bola que encanta o Subbuteo da FIFUBO desde o ano passado. Aos 6 minutos, Daniel errou a saída de tiro de meta e a bola caiu nos pés de Gordon Durie, mas Marquinhos recuperou e tocou para o goleiro. Durie fez pressão, Daniel tentou driblá-lo e perdeu a bola de novo. O camisa 9 escocês só empurrou para o gol vazio e a partida estava empatada: 1x1.

O jogo ficou mais dramático, com as duas equipes sabendo que qualquer erro significava o fim do sonho do título, mas o acerto poderia significar o topo do mundo. E assim foi, aos 8 minutos, quando a variação tática funcionou novamente. Leozinho recuou para armar o jogo e puxou a marcação de McLellan. Com o buraco aberto pelo lado direito do ataque, André fez o movimento em diagonal, da esquerda para a direita, e recebeu o passe de Leozinho para invadir a área e, de pé direito, tirar do goleiro adversário, dando números finais ao jogo.

O Brasil vence a Escócia por 2x1 e conquista a Copa do Mundo de Subbuteo 2026. A melhor colocação até então havia sido o quarto lugar em 2022. Dali em diante, o projeto da Liesa foi reformulado com a chegada do treinador Rico, que insistiu no aproveitamento e aperfeiçoamento daqueles jovens jogadores. Os frutos agora estão sendo colhidos. Depois de 3 edições que terminaram com a Itália como campeã, é a vez do Brasil.

A Escócia também sai de cabeça erguida. Em sua primeira participação na Copa do Mundo, os escoceses mostraram a força do seu trabalho secreto desenvolvido nas Highlands, que trouxe uma equipe que joga no toque de bola envolvente, sem um protagonista, mas com todos participando. Ser vice-campeão mundial na sua primeira competição não é qualquer coisa e os escoceses saem de parabéns.

A Copa do Mundo também serviu para colocar um ponto final em um debate que vem sendo acalorado e traz mais dúvidas do que soluções. Ao terminar a competição como artilheiro (12 gols dos 14 da equipe), Marc Bivi foi eleito o melhor jogador da Copa e encerra a discussão sobre quem é o melhor jogador de Subbuteo do mundo, se ele ou Sakre, da Croácia.

O presidente da FIFUBO Subbuteo, Sr. Zeca Drummond, entrega o troféu de melhor jogador da Copa do Mundo para Marc Bivi, da Itália.

O centroavante italiano, jogador do Mediolanum (que disputa o Calcio, a liga italiana de Subbuteo), travou um duelo incrível com Leozinho. O brasileiro preferiu ser campeão e terminou a competição com 11 gols, contra 12 de Marc Bivi.


Sr. Zeca Drummond entrega a Bola de Prata, de artilheiro da Copa do Mundo, a Marc Bivi, da  Itália.

O Brasil sai sem prêmios individuais, mas com o troféu mais importante. A equipe venceu 6 jogos, venceu 5 e empatou apenas 1, anotando 17 gols e sofrendo 5. Leozinho marcou 11 gols, André fez 5 e Pablo, 1, numa campanha histórica.

Jogadores do Brasil com a taça da Copa do Mundo de Subbuteo 2026.

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