Passada a primeira metade do ano, é hora de fazer um balanço dos esportes de mesa que agitam o universo da FIFUBO. Vamos ver como foi, até aqui, a temporada na LMC, JSL, Baseball Society, Subbuteo e mais.
LMC
A temporada começou no dia 03 de janeiro, quando Francisco Chamorro venceu a primeira Joia da Coroa da Real Liga de Ciclismo, na República da Argentina. Completaram o pódio Domenico Pozzovivo (em segundo) e Tom Dumoulin (em terceiro). No dia 25, na Clássica de Hamburgo, Juan Jose Cobo Acebo vencia, com Axel Merckx em segundo e Vinícius Rangel em terceiro. De lá pra cá, foram disputadas 101 corridas, sendo 77 do calendáriom 21 do Circuito Independente e 3 unificadas. Esse número é 13 menor do que o mesmo período de 2025 (114).
Até aqui, 47 ciclistas já venceram ao menos uma corrida. Apenas 5 ainda não foram ao lugar mais alto do pódio: Mark Cavendish, Fabio Aru, Rafael Andriato, Richard Carapaz e Magno Nazaretnão venceram na temporada. Todos os ciclistas foram ao pódio ao menos duas vezes no primeiro semestre.
Andre Greipel é o que mais venceu até aqui (6) e o que mais subiu ao pódio (11). Até aqui, 23 ciclistas diferentes conseguiram ao menos um título, se dividindo em 15 que conquistaram apenas GC, 4 que só conquistaram montanha, e 4 que conquistaram ambos. Andre Greipel é o maior vencedor até aqui, com 4 títulos no somatório e 2 de GC. O maior campeão de montanha é Frank Schleck, com 3.
Das 29 equipes, apenas o Vasco da Gama não conseguiu vencer. Todas as outras conseguiram ao menos uma vitória. Mas todas conseguiram chegar ao pódio ao menos duas vezes. 19 equipes conseguiram ao menos um título, sendo a Lotto Belisol a que mais conquistou no total (5) e no GC (3). No prêmio de montanha, a Saxo Bank é a maior vencedora (3).
Entre as 19 nações, apenas o Equador não tem uma vitória na temporada; as outras 18 têm ao menos uma vitória. No entanto, todas têm ao menos 3 pódios na temporada. Dessas 19 nações, 12 já conquistaram algum título. A maior campeã aqui é a Bélgica, no somatório (6) e no GC (5). Já na montanha, Luxemburgo (3) é a miaor campeã.
Foram 37 abandonos nesse período, uma média superior a um por competição, já que tivemos 36 nesse semestre, e média de 0,36 por corrida, ou seja, são necessárias 3 corridas para ter um abandono. O número é próximo do de 2025 (36).
O TCB puniu 13 vezes com perda de pontos de esforço, 7 com a desclassificação da corrida, e 5 com a desclassificação (eliminação) da competição. Ou seja, foram 25 punições para 101 corridas, uma média próxima de 25%, ou seja, uma punição a cada 4 corridas.
RANKING
1º Andre Greipel - Alemanha - Lotto Belisol - 135 pontos;
2º Van Avermaet - Bélgica - CCC - 112 pontos;
3º Van Der Poel - Holanda - Corendon Circus - 94 pontos;
4º Alejandro Valverde - Espanha - Caja Rural - 92 pontos;
5º Frank Schleck - Luxemburgo - Saxobank - 88 pontos;
6º Tom Dumoulin - Holanda - Sunweb - 85 pontos;
7º Tom Boonen - Bélgica - Quickstep e Primoz Roglic - Eslovênia - Imperatriz - 82 pontos;
9º Bradley Wiggins - Inglaterra - Sky - 80 pontos;
10º Mark Cavendish - Inglaterra - T Mobile - 78 pontos;
11º Damiano Cunego - Itália - Lampre - 74 pontos;
12º Luciano Pagliarini - Brasil - Saunier Duval - 73 pontos;
13º Sylvain Chavanel - França - Quickstep - 72 pontos;
14º Romain Bardet - França - AG2R e Murilo Fischer - Brasil - FDJ - 71 pontos;
16º Alberto Contador - Espanha - Astana e Vincenzo Nibali - Itália - Astana - 70 pontos;
18º Remco Evenepoel - Bélgica - Quickstep - 69 pontos;
19º Filippo Ganna - Itália - Acqua & Sapone - 68 pontos;
20º Thor Hushovd - Noruega - Credite Agricole - 67 pontos;
21º Fernando Gaviria - Colômbia - Quickstep e Francisco Chamorro - Argentina - Credite Agricole - 65 pontos;
23º Marcel Kittel - Alemanha - Katusha - 64 pontos;
24º Andy Schleck - Luxemburgo - Saxobank - 61 pontos;
25º Fabian Cancellara - Suiça - Saxobank e Domenico Pozzovivo - Itália - AG2R - 59 pontos;
27º Julian Alaphilippe - França - Quickstep - 55 pontos;
28º Danilo Di Luca - Itália - Liquigás - 54 pontos;
29º Rafael Andriato - Brasil - Imperatriz - 51 pontos;
30º Michele Scarponi - Itália - Lampre - 49 pontos;
31º Philippe Gilbert - Bélgica - Lotto Belisol - 47 pontos;
32º Fabio Aru - Itália - Liquigás - 43 pontos;
33º Oscar Freire - Espanha - Rabobank - 39 pontos;
34º Peter Sagan - Eslováquia - Bora - 38 pontos;
35º Bauke Mollema - Holanda - Rabobank - 37 pontos;
36º Thibaut Pinot - França - FDJ e Filippo Pozzato - Itália - Acqua & Sapone - 36 pontos;
38º Oscar Pereiro Sio - Espanha - Caisse D'Erpagne - 32 pontos;
39º Lance Armstrong - Estados Unidos - USPS - 31 pontos;
40º Chris Froome - Inglaterra - Sky - 28 pontos.
RANKING INDEPENDENTE
1º Bryan Coquard - França - Cofidis - 66 pontos;
2º Juan Jose Cobo Acebo - Espanha - Caja Rural - 62 pontos;
3º Tadej Pogacar - Eslovênia - UAE Emirates - 61 pontos;
4º Axel Merckx - Bélgica - T-Mobile e Woult Van Aert - Bélgica - Jumbo Visma - 56 pontos;
6º Nairo Quintana - Colômbia - Movistar - 54 pontos;
7º Vinícius Rangel - Brasil - Imperatriz - 46 pontos;
8º Sam Bennet - Irlanda - Bora Hansgrohe - 41 pontos;
9º Jonas Vingegaard - Dinamarca - Jumbo Visma - 40 pontos;
10º Richard Carapaz - Equador - Movistar - 34 pontos;
11º Egan Bernal - Colômbia - Ineos - 28 pontos;
12º Magno Nazaret - Brasil - Vasco da Gama - 26 pontos.
NOTAS RÁPIDAS
- Até aqui, foram disputadas 35 competições, faltando 20 até o fim da temporada.
- Entre essas, tem o Tour de France (que já está em marcha), a Vuelta a España e o Tour do Rio, ou seja, a maioria das Grandes Voltas das duas ligas está por vir.
- Infelizmente, o nível das provas é baixo. A LMC vem em uma decrescente nas últimas temporadas, principalmente perto do meio do ano, quando os ciclistas começam a se poupar para o Tour de France. Mas esse ano as coisas começaram cedo e atingiram o Giro D'Italia, que é o ponto alto da temporada.
- Thibaut Pinot fez a performance do ano até aqui na segunda etapa do Tour da Suíça. Esse feito é ainda maior quando vemos que ele igualou a performance da história da LMC, de Tom Boonen, ao alcançar 109 pontos de esforço, média de 18,1 por trecho.
- Até aqui, o líder do ranking é Andre Greipel, com 135 pontos, 11 a menos que Frank Schleck em sua liderança no primeiro semestre de 2025.
- Mas Greipel vem sendo um dos grandes destaques da temporada. Líder do ranking, de vitórias, pódios e títulos no geral e no somatório, o alemão da Lotto Belisol vem sobrando no pelotão. Também podemos destacar Greg Van Avermaet, vice-líder do ranking, e Mathieu Van Der Poel, campeão do Giro D'Italia, como destaques da LMC. No Circuito Independente, o nível está mais alto, destacando Bryan Coquard (líder do ranking), Woult Van Aert e Nairo Quintana (maiores vencedores, com 4 triunfos cada, além do título mundial de Quintana), Tadej Pogacar e o seu título do Baby Giro.
- Já as decepções são muitas, em uma temporada que não tem muito destaque. Impossível destacar.
- Na frieza dos números, dá pra ver que o saldo do semestre é bem baixo, fruto de uma crise técnica que se arrasta por muito tempo e parece não ter solução.
JSL
A JSL está em sua segunda temporada, com 6 competições disputadas na categoria amador e 7 na pro, sendo que a Skatemania é disputada pelas duas categorias em conjunto, e somente o Tech Deck Pro é exclusivo da categoria pro. No amador, há uma polarização entre Negro Fumante (3) e Charlinho Charlô (2) nos títulos. A sexta competição é justamente a Skatemania, que terminou sem título para os amadores, mas com o vice-campeonato de Manoel Mau Exemplo. Já na pro, o que se vê é um show de Fabiana Delfino, que conquistou 4 das 7 competições. Os outros campeões, com um título cada, foram Will Mart, Pepe Bala Perdida e Nyjah Dallas.
Tivemos dois bicampeões até aqui na temporada, Negro Fumante (Verão Radical) e Pepe Bala Perdida (Tech Deck Pro), além de histórias de superação, como a de Charlinho Charlô, o primeiro skatinho da Liga e que não havia conquistado um título, e a volta por cima de Nyjah Dallas, de praticamente descartado a campeão do Trasher Magazine Jam.
A categoria pro cresceu nessa temporada, chegando a 15 skatinhos com a aquisição de Brian Reid, Mad Dog Krypto e Alessandro Dias, o Maneirinho. Ainda há o sonho de mais um skatinho pro, para a competição ficar arredondada em 16, permitindo baterias não tão longas e até fazer algum campeonato no estilo mata-mata. Fora isso, há negociações para a aquisição de dois skatinhos amadores, mas com a condição de que sejam dos Estados Unidos, colocando aquela categoria com 8 e também permitindo um campeonato estilo mata-mata. No campo estrutural, há conversas adiantadas para a aquisição de obstáculos, aumentando o Skatepark do Imperatriz Arena.
Ranking amador
1º Charlinho Charlô (Brasil) e Negro Fumante (Brasil) - 34 pontos;
3º Dalminho Tadafila (Brasil) - 24 pontos;
4º Manoel Mau Exemplo (Brasil) - 21 pontos;
5º Fandinho Macaco (Brasil) - 17 pontos;
6º Jorge Ben10 - 14 pontos.
Ranking pro
1º Fabian Delfino (Estados Unidos) - 43 pontos;
2º Will Mart (Estados Unidos) - 23 pontos;
3º Tony Walk (Estados Unidos) - 22 pontos;
4º Pepe Bala Perdida (Brasil) - 21 pontos;
5º Chris Joslin (Estados Unidos) - 17 pontos;
6º Nyjah Dallas (Estados Unidos) - 15 pontos;
7º Kyler Walker (Estados Unidos) e Mad Dog Krypto (Estados Unidos) - 12 pontos;
9º Nuno Santamaria (Brasil) - 9 pontos;
10º Raica Leal (Brasil) - 7 pontos;
11º Cecil Peñarrubia (Brasil) e Rovani Fukuoka (Brasil) - 3 pontos;
13º Aurelien Giraud (França), Brian Reid (Estados Unidos) e Alessandro Dias (Brasil) - 2 pontos.
BASEBALL SOCIETY
Maior novidade da temporada, o Baseball Society teve um rascunho no ano passado. Na terça-feira, 26 de agosto, a segunda equipe de Sportsclix entrava em campo para finalmente conseguirmos levar o beisebol para as mesas. Isótopos e Pescadores fizeram um jogo de 2 horas, que terminou com vitória dos Pescadores por 1x0. A partir dali, começou um sistema de séries temáticas, que terminou logo depois, por motivo de força maior.
Desde novembro, o Baseball Society ficou suspenso. Não dava para sustentar uma série de jogos entre apenas duas equipes, e montar uma terceira equipe de Sportsclix é uma tarefa hercúlea e dispendiosa, pois a produção parou em 2005 e os poucos que têm à venda no Ebay são difíceis de se achar, principalmente porque cada jogador demanda duas miniaturas, uma com luva e outra com taco, ou então montar dois times em um só, um para a defesa e outro para o ataque.
Foi aí que, em abril desse ano, surgiu a ideia de transformar o jogo de forma a torná-lo acessível, expansível e jogável. As miniaturas de Sportsclix foram abandonadas e o jogo migrou para cardgame. É bem mais fácil adquirir cards de beisebol não só no Ebay como na Amazon, com entrega direta para o Brasil e impostos já pagos, evitando burocracia e recebendo em casa em duas semanas. Além disso, um pacotinho simples contém 16 cartas, enquanto um fat pack vem com 32 e um jumbo pack, 59. Além disso, como o card tem apenas uma foto, dá para usar o jogador tanto na defesa quanto no ataque. E tem uma coisa a mais, que é a possibilidade praticamente infinita de expansão. Com o que se gastaria com um time (mambembe) de Sportsclix, foram montados oito times de cards.
Então o Baseball Society renasceu, com as regras já ajustadas, oito equipes prontas e uma repaginada no sistema de séries. Agora, não são mais temáticas, mas por países, subindo o continente até chegar no Canadá. Ficou decidido que a Amazon proveria o básico, uma enxurrada de jogadores para reforçar os times existentes e montar novos, e o Ebay proveria o star power, com cards selecionados individualmente (pois é muito difícil tirar grandes jogadores nos pacotinhos), além de cards de softball, misturando os dois esportes num só beisebol.
No dia primeiro de maio, Isótopos e Pescadores entraram em campo para a primeira partida da temporada 2026 do Baseball Society. Dali, os outros seis times também fizeram partidas inaugurais e, depois, partiram para as séries. Até o fechamento deste resumo, foram disputadas as Séries Argentina, Colômbia e Venezuela (Norte e Sul), além da aquisição de mais um time, que ainda vai ser encaixado no sistema. O Baseball Society tem uma possibilidade enorme de expansão, e o jogo é divertido o suficiente para ser jogado por muito tempo. Mais novidades vêm aí ainda em 2026.
Nesse momento, a classificação é a seguinte:
1. Senadores - 7 jogos, 5 vitórias, 2 derrotas, 109 bases conquistadas, 36 RBI;
2. Cervejeiros - 7 jogos, 5 vitórias, 2 derrotas, 123 bases conquistadas, 40 RBI;
3. Almirantes - 7 jogos, 5 vitórias, 2 derrotas, 96 bases conquistadas, 32 RBI;
4. Apaches - 7 jogos, 4 vitórias, 3 derrotas, 77 bases conquistadas, 39 RBI;
5. Pescadores - 7 jogos, 4 vitórias, 3 derrotas, 88 bases conquistadas, 28 RBI;
6. Isótopos - 7 jogos, 3 vitórias, 4 derrotas, 121 bases conquistadas, 42 RBI;
7. Industriais - 7 jogos, 2 vitórias, 5 derrotas, 73 bases conquistas, 22 RBI;
8. Narcos - 7 jogos, 0 vitória, 7 derrotas, 61 bases conquistadas, 19 RBI.
Nas estatísticas individuais, temos o seguinte:
Artilheiro - Roman Anthony (Cervejeiros) - 20 RBI
Slugger - James Wood (Senadores) e Roman Anthony (Cervejeiros) - 33 bases conquistadas
SUBBUTEO
Esporte com ligas fixas, mas sem calendário definido, o Subbuteo entrou em 2026 com a previsão de disputa de duas competições nacionais, a Sunday League no primeiro semestre e a Liesa no segundo. Porém, o tempo foi passando, os jogos não aconteciam e com a Copa do Mundo no horizonte, com duas categorias (society e streetbbuteo), a Sunday League foi paralisada e, por fim, cancelada. A princípio, ainda teremos a Liesa, mas também não há garantia.
A Copa do Mundo, sonho antigo, finalmente saiu do papel e, com 16 seleções divididas em 4 grupos com 4 equipes, com as duas melhores se classificando para as quartas de final, teve seu pontapé inicial no dia 21 de junho, cabendo ao mexicano Santiago Muñez fazer o primeiro gol, no empate em 1x1 com a Escócia.
De lá até o lançamento dessa postagem, a primeira fase se encerrou. E os classificados às quartas de final foram os seguintes:
Grupo A - Escócia e México;
Grupo B - Brasil e Suécia;
Grupo C - Inglaterra e Argentina;
Grupo D - Itália e Rússia.
A competição segue, e na postagem de julho deste blog, você verá a cobertura completa e quem foi o campeão. Depois da Copa do Mundo de Subbuteo Society, é hora da Copa do Mundo de Streetbbuteo, que deve acontecer entre julho e agosto.
SHUFFLEBOARD
Em abril, o Imperatriz Arena abriu as suas portas para o Campeonato Sulamericano de Shuffleboard, um esporte que não tem calendário fixo, mas marca presença de quando em quando nas nossas mesas. Disputado nas modalidades por pontos (vence quem somar mais pontos nas 3 rodadas) e nocaute (quem somar mais pontos vence a rodada, e quem vencer mais rodadas é o vencedor), o torneio teve os 10 países do continente na disputa, com o Brasil (sede) entrando nas semifinais em ambos e os outros 9 divididos em 3 grupos de 3, com o campeão de cada avançando.
Na modalidade por pontos, a Bolívia ficou com o título, com o Chile com a medalha de prata e o Brasil com a de bronze. Já no nocaute, o título ficou com o Peru, com o Brasil com a prata e o Chile com bronze. As duas competições tiveram bom nível e abriram as portas para mais torneios, inclusive é bem capaz de termos a Copa do Mundo ainda esse ano.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A FIFUBO, como um todo, vem passando por mudanças profundas. Após o fim das atividades no futibou de butaum, o ciclismo assumiu o protagonismo e vem, desde 2019, sendo o carro-chefe da Federação (e do blog). De lá pra cá, outras modalidades surgiram e começaram a ocupar o espaço, mas o tempo é curto e, direito, só dá para fazer duas. O Baseball Society veio e essa nova onda o fez ganhar protagonismo, ao mesmo tempo que o ciclismo vem perdendo o seu apelo, com exibições muito aquém das esperadas. Quando não são os ciclistas, é a direção da Liga quem rouba o protagonismo para trazer mais polêmica e cansar. Está virando uma coisa obrigatória.
Mesmo assim, embora o ciclismo não venha entregando o entretenimento prometido e o Subbuteo esteja cansativo por conta da obrigatoriedade de fazer as duas Copas do Mundo, o beisebol e o skatinho vêm trazendo emoção. Então, o saldo do semestre é positivo. Que o resto do ano siga o exemplo dos dois últimos esportes e traga mais diversão do que enfado.
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