domingo, 1 de fevereiro de 2026

LMC - Janeiro - 01/02/2026

O ano começou. É hora de conferirmos os resultados do primeiro mês de 2026 nas principais modalidades esportivas.

REAL LIGA DE CICLISMO

Para a LMC, o ano começou mais cedo do que o anterior. No dia 03, os ciclistas se encontraram na República da Argentina para a primeira Joia da Coroa da Real Liga de Ciclismo. Uma corrida inteiramente plana, à exceção de uma subida de 5% após a metade da prova poderia ser tranquila, não fosse o calor inclemente que castigou os ciclistas durante todo o percurso. Não faltou emoção nesta prova de altíssimo nível, que teve Domenico Pozzovivo saindo em fuga e tentando se distanciar, mas Francisco Chamorro e Tom Dumoulin não deixaram e, também com um ritmo forte, conseguiram manter o escapado a uma distância segura. No sprint final, disputaram lado a lado Pozzovivo e Chamorro e, para delírio do público local, foi o argentino da Credite Agricole quem cruzou em primeiro, deixando o italiano da AG2R (terceiro em 2022) na segunda posição. Ao holandês Tom Dumoulin (Sunweb) coube a mesma terceira posição que havia conquistado nesta prova em 2024. Todos os ciclistas completaram esta corrida incrível.

O pódio da primeira corrida do ano. No alto, com o troféu de vencedor, o argentino Francisco Chamorro (Credite Agricole). Abaixo dele, o italiano Domenico Pozzovivo (AG2R), segundo colocado. Abaixo do troféu, o holandês Tom Dumoulin (Sunweb), terceiro colocado.

No dia 16, uma sexta-feira, a última Joia da Coroa seria disputada, com a prova no Reino Branco da Bisa, cujo rei foi eleito o rei supremo da Liga dos Reinos em 2026. Uma competição emocionante chegava à sua última corrida com 5 ciclistas na disputa do título da Real Liga de Ciclismo 2026. Sem depender de outros resultados, Domenico Pozzovivo precisava vencer; Peter Sagan e Francisco Chamorro precisavam pelo menos do segundo lugar e André Greipel precisava ao menos chegar em quinto. Philippe Gilbert só precisava marcar seus adversários para ficar com o título em uma corrida totalmente plana.

A corrida se deu em um dia muito quente, de sol inclemente e nenhum refresco, com vários ciclistas parando e pedindo atendimento. O pelotão sempre se manteve atento a qualquer tentativa de fuga, para apanhar os escapados prontamente e, com o ritmo forte, houve um corte após a metade da corrida, com a maioria dos postulantes ao título ficando distante dos líderes.

O ciclismo é um esporte apaixonante, pois permite escrever as mais belas histórias de superação e heroísmo. E a primeira competição do ano já escreveu um capítulo emocionante no livro da LMC ao ver um ciclista voltar ao topo do pódio desde 8 de setembro de 2024. No emocionante sprint final, o holandês Tom Dumoulin (Sunweb) conseguiu superar os demais para voltar a vencer, depois de um 2025 sem vitória. Em segundo chegou o italiano Damiano Cunego (Lampre) e, em terceiro, o esloveno Primoz Roglic (Imperatriz).

Houve uma disputa no sprint final que acabou desequilibrando Danilo Di Luca, fazendo o italiano da Liquigás terminar na décima quinta posição. O TCB foi acionado e decidiu que Luciano Pagliarini e Vincenzo Nibali foram os culpados pelo incidente e acabou punindo-os com a desclassificação da etapa. Eles tinham terminado em quinto e sexto, respectivamente, mas a desclassificação os levou às duas últimas posições e todos os ciclistas após eles avançaram duas posições. Esse foi o único asterisco na corrida, que foi de bom nível e terminou sem abandonos.

Emoção no pódio da última Joia da Coroa. O holandês Tom Dumoulin (Sunweb) é erguido pelo italiano Damiano Cunego (Lampre), segundo colocado, e pelo esloveno Primoz Roglic (Imperatriz), terceiro, após vencer uma corrida pela primeira vez desde setembro de 2024.

Os postulantes ao título jamais demonstraram que iriam realmente disputar as posições necessárias e foram sempre marcados de perto pelo que então liderava. No sprint final, estavam todos cortados do pelotão, então Philippe Gilbert sentou no selim, relaxou, cruzou em vigésimo oitavo e comemorou o título da Real Liga de Ciclismo 2026. O ciclista belga conquista o primeiro título da temporada e desta competição, o seu quinto na LMC, com uma apresentação incrível, vencendo duas corridas e chegando em segundo em outra (e abandonando no Reino de Jade e Prata) e a Lotto Belisol sai totalmente satisfeita, ao fazer o campeão e o vice, já que André Greipel também brilhou na competição.

Após a Real Liga de Ciclismo, Philippe Gilbert abre a temporada na liderança do ranking, com 9 pontos.

O pódio da Real Liga de Ciclismo 2026 tendo ao fundo a Família Real Suprema deste ano e convidados. No alto, com o troféu e a bandeira de campeão, o belga Philippe Gilbert (Lotto Belisol). Abaixo do troféu, o vice-campeão, o alemão André Greipel (Lotto Belisol). Abaixo da bandeira, o eslovaco Peter Sagan (Bora), terceiro colocado.

TROFÉU DO PAPA

No sábado, 17, os ciclistas independentes alinharam no Reino Branco da Vovó para a primeira clássica da temporada. O Troféu do Papa é o equivalente do Circuito Independente à Real Liga de Ciclismo. Apesar do dia parcialmente nublado e muito abafado, os ciclistas entregaram uma prova excelente, com um ritmo altíssimo e muita emoção no final. Jonas Vingegaard saiu em fuga na primeira montanha, pouco antes da metade da prova, e foi apanhado por Juan Jose Cobo Acebo no sprint final, levando os torcedores ao delírio com essa disputa. Ao final, o norueguês da Jumbo Visma conseguiu superar o espanhol da Caja Rural, que havia vencido em 2023 e repetiu o segundo lugar do ano passado. A primeira vitória do ano no Circuito Independente vai para Jonas Vingegaard, com Juan Jose Cobo Acebo em segundo e o francês Bryan Coquard (Cofidis) em terceiro, em uma corrida maravilhosa, que terminou sem abandonos.

O pódio do Troféu do Papa 2026. No alto, com o troféu e a bandeira de vencedor, Jonas Vingegaard (Jumbo Visma). Abaixo do troféu, o espanhol Juan Jose Cobo Acebo (Caja Rural), segundo colocado. Abaixo da bandeira, o francês Bryan Coquard (Cofidis), terceiro colocado.

TOUR DA MALASIA

Na segunda, 19, um contra relógio dava início à primeira prova por etapas da temporada. O Tour da Malásia tem várias montanhas ao longo de suas etapas, mas todas com inclinação baixa e, por isso, é mais voltado para os ciclistas por etapas. O primeiro contra relógio da temporada foi de um nível técnico baixíssimo e o público, pouco a pouco, foi deixando a linha de chegada em protesto contra a péssima exibição dos atletas. Como alguém tem que vencer, este foi o segundo colocado de 2021, Damiano Cunego (Lampre). Em segundo, também fazendo o tempo mínimo, ficou o francês Romain Bardet (AG2R). Em terceiro, completando a dobradinha italiana no pódio, o vencedor de 2023, Filippo Ganna (Acqua & Sapone).

No domingo, 25, foi disputada a quarta etapa, a primeira de montanha da competição. Uma corrida emocionante, típica de montanha, com um final incrível de ataques e contra ataques eletrizantes. A vitória coube ao luxemburguês Frank Schleck (Saxo Bank), que domina essa etapa. Campeão no geral em 2024 e de montanha em 2023 e 2025, ele venceu esta etapa pelo terceiro ano consecutivo e, de quebra, ainda fez a performance do ano até aqui, com 101 pontos de esforço (média de 16,8 por trecho), uma exibição espetacular. Em segundo chegou o francês Sylvain Chavanel (Quickstep) e, em terceiro, o inglês Mark Cavendish (T-Mobile).

No dia 28, uma quarta-feira, os 40 ciclistas chegaram à última etapa de uma excelente competição em uma prova inteiramente plana e sem metas volante com apenas dois ciclistas na disputa do título, mas a fatura estava praticamente liquidada. Frank Schleck só seria campeão se vencesse a corrida e Greg Van Avermaet não chegasse entre os seis primeiros.

Disputada em um dia de sol forte e muito calor, a corrida teve um bom nível. Uma fuga numerosa se formou após a metade e, dependendo da vitória para ficar com o título, Frank Schleck foi para a cabeça do pelotão para não deixar os escapados se distanciarem. O camisa amarela, Greg Van Avermaet, tratou de acompanhar Schleck de perto, para reagir rápido caso a vitória do luxemburguês fosse possível. Mas Schleck começou a perder potência perto da parte final, até ter que parar para resolver um problema mecânico.

Infelizmente, o sprint final não acompanhou o nível da prova, com dois acidentes que o tornaram uma chegada caótica. Enquanto o pelotão começava a se aproximar da fuga, Bradley Wiggins arriscou um ataque para tentar uma chegada a solo, abrindo boa vantagem para os demais e se preparando para vencer, mas acabou caindo sozinho. O pelotão vinha atrás em velocidade e teve que desviar do atleta caído, o que ocasionou um boliche e levou vários outros ciclistas ao chão. O holandês Tom Dumoulin (Sunweb) conseguiu passar ao largo do acidente e venceu a corrida.

O TCB analisou as imagens do segundo acidente, pois no primeiro Bradley Wiggins caiu sozinho. No segundo, Alejandro Valverde foi ao chão porque Lance Armstrong, Sylvain Chavanel, Philippe Gilbert e Julian Alaphilippe tiveram que desviar da confusão. Assim, os quatro ciclistas foram punidos com a perda de 3 pontos de esforço, o que mudou a classificação final, pois Chavanel chegara em segundo, Alaphilippe fora o terceiro, Armstrong foi o quinto e Gilbert chegou em décimo quinto.

A vitória de Tom Dumoulin foi mantida, mas o suíço Fabian Cancellara (Saxo Bank), que havia chegado em quarto, pulou para a segunda posição após as punições, repetindo o seu pódio nesta etapa de 2022. O francês Sylvain Chavanel (Quickstep) caiu para a terceira e o seu compatriota e companheiro de equipe, Julian Alaphilippe foi o quarto. Lance Armstrong caiu para sétimo e Philippe Gilbert, para vigésimo.

O pódio da conturbada sexta etapa. No alto, com o troféu de vencedor, o holandês Tom Dumoulin (Sunweb). Abaixo dele, o suíço Fabian Cancellara (Saxo Bank), segundo colocado. Abaixo do troféu, o francês Sylvain Chavanel (Quickstep), terceiro colocado.

Mas quem comemorou mesmo foi Greg Van Avermaet. O belga da CCC chegou em décimo quinto e conquistou o Tour da Malásia 2026 com uma excelente carreira. Ao vencer a segunda etapa, vestiu a camisa amarela e não foi mais incomodado, ficando com o seu primeiro título do ano e o quinto na LMC.

Os problemas mecânicos impediram Frank Schleck de disputar o título, mas não o fizeram sair de mãos abanando, já que ele conquistou o bicampeonato de montanha do Tour da Malásia seguido (2025-26) e o terceiro desta categoria, já que também havia vencido em 2023, uma marca impressionante. Ele conquistou o prêmio de montanha em 2023, o GC em 2024 e a montanha novamente em 2025 e 2026. Esse foi o seu primeiro título no ano e o décimo oitavo na LMC.

Mesmo com as punições na última etapa, a competição foi excelente, um nível altíssimo e que terminou sem abandonos. Após o Tour da Malásia, Greg Van Avermaet é o líder do ranking, com 33 pontos.

O pódio do Tour da Malásia 2026. No alto, com o troféu de campeão, o belga Greg Van Avermaet (CCC). Abaixo dele, com o troféu de campeão de montanha, o luxemburguês Frank Schleck (Saxo Bank), vice-campeão. Abaixo do troféu, o francês Sylvain Chavanel (Quickstep) e o italiano Damiano Cunego (Lampre), terceiros colocado.

VUELTA A SAN JUAN

No dia 29, os ciclistas independentes alinharam em San Juan, Argentina, para a clássica local. A Vuelta a San Juan é totalmente plana, à exceção de uma subida com 5% de inclinação logo no início, sendo uma prova voltada para os sprinters.

Disputada em um dia de sol forte e muito calor, a corrida viu Bryan Coquard sair em fuga logo cedo e abrir vantagem, mas só até metade do percurso. A partir dali, ele começou a administrar e não teve pernas quando o colombiano Nairo Quintana (Movistar) chegou, ultrapassou e foi embora para vencer a prova que havia sido segundo em 2023. Ao francês da Cofidis, vencedor em 2024 e terceiro e 2023, restou a segunda posição. Em terceiro chegou o esloveno Tadej Pogacar (UAE).

O calor massacrou os ciclistas mesmo, tanto que Magno Nazaret mal largou e já abandonou. Após a Vuelta a San Juan, Nairo Quintana assumiu a liderança do ranking independente, com 11 pontos.

O pódio da Vuelta a San Juan 2026. No alto, com o troféu de vencedor, o colombiano Nairo Quintana (Movistar). Abaixo dele, o francês Bryan Coquard (Cofidis), segundo colocado. Abaixo do troféu, o esloveno Tadej Pogacar (UAE), terceiro colocado.



RANKING

1º Greg Van Avermaet (CCC) - 33 pontos;
2º Frank Schleck (Saxo Bank) - 21 pontos;
3º Sylvain Chavanel (Quickstep) - 17 pontos.

RANKING INDEPENDENTE

1º Nairo Quintana (Movistar) - 11 pontos;
2º Bryan Coquard (Cofidis) - 10 pontos;
3º Jonas Vingegaard (Jumbo Visma) - 9 pontos.

NOTAS RÁPIDAS
  • Janeiro se encerra com 4 competições disputadas, o mesmo que em 2025.
  • Foram 4 abandonos esse mês, média de um por competição, mas um a menos que o mesmo mês no ano passado.
  • Em 2026, estamos medindo os pontos de esforço de cada corrida, para ter uma ideia se o ritmo está baixo, bom, elevado, etc. A média das corridas do calendário foi 2527, sendo a prova do Reino Preto da Vovó a que teve o melhor valor (2733) e a do Reino de Jade e Prata, ambas na Real Liga, a que teve o menor valor (2393). No Circuito Independente, com um quarto dos ciclistas e apenas duas corridas, a média foi 746.


JSL

O ano dos skatinhos começou no dia 18, com o Desafio dos Reis. Os amadores foram pra pista no domingo, enquanto os pro disputaram na segunda, 19.

Na disputa dos amadores, as voltas expuseram a falta de ritmo da primeira competição. Na primeira bateria, Fandinho Macaco fez 8,5, enquanto Manoel Mau Exemplo e Negro Fumante fizeram 8. Na segunda bateria, o 9club apareceu com Charlinho Charlô e Dalminho Tadafila conseguindo 9, enquanto Jorge Ben10 fez 8,5. Nas manobras, a primeira bateria teve bons acertos no strawberry milkshake, com Manoel Mau Exemplo fazendo 3 e Negro Fumante, 2. Fandinho Macaco acertou apenas 1. A segunda bateria foi um desastre. Apenas Dalminho Tadafila acertou, e uma só, uma vergonha. Nos flips não faltou emoção. Manoel Mau Exemplo e Negro Fumante acertaram 2 vezes cada, obrigando Fandinho Macaco a acertar pelo menos 3, se quisesse avançar. Com 4 tentativas e 2 acertos, ele foi para a última manobra tremendo, quase caiu, mas conseguiu acertar a terceira. Assim, se classificaram Manoel Mau Exemplo (13 pontos) e Dalminho Tadafila (12,5), com o atual campeão, Negro Fumante, eliminado (12). Na segunda bateria, Charlinho Charlô acertou 2 e conseguiu a classificação, com 11 pontos, porque Jorge Ben10 veio a seguir, acertou apenas uma, terminou com 9,5 pontos e não tinha mais condições de alcançar Dalminho Tadafila, que errou todas e terminou na segunda posição, com 10 pontos.

Na final, Charlinho Charlô voltou a fazer 9, mostrando que suas voltas estão afiadas. Manoel Mau Exemplo conseguiu 8,5, enquanto duas quedas em cada volta derrubaram a pontuação de Dalminho Tadafila e Fandinho Macaco para 8. No strawberry milkshake, todos acertaram 1 de 5 tentativas, mantendo as posições e levando a decisão para os flips. Dalminho Tadafila acertou 2, Charlinho Charlô e Fandinho Macaco, 1, e Manoel Mau Exemplo errou todos, numa fase de manobras muito ruim para uma final. Assim, Dalminho Tadafila e Charlinho Charlô empataram em pontos (11), mas Charlinho Charlô se sagrou campeão do Desafio dos Reis 2026 por ter a melhor pontuação nas voltas. Dalminho Tadafila ficou com a segunda posição, Fandinho Macaco foi o terceiro, Manoel Mau Exemplo ficou em quarto, Negro Fumante (então campeão) foi o quinto e Jorge Ben10, o sexto. Primeiro skatinho da JSL, Charlinho Charlô conquista seu primeiro título na Liga e também encerra janeiro na liderança do ranking amador.

Charlinho Charlô começa 2026 conquistando o seu primeiro título na JSL: o Desafio dos Reis.

Por problemas em um dos skatinhos, a disputa pro só ocorreu no dia 20, uma terça-feira, feriado de São Sebastião. A chuva que caiu no Skatepark do Imperatriz Arena não afastou o público, que viu o campeão de 2025, Pepe Bala Perdida, ser o primeiro a ir para a pista e já entrar para o 9club. Na primeira bateria, além dele, Kyle Walker também conseguiu um 9, com Cecil Peñarrubia e Chris Joslin fazendo 8,5. Na segunda bateria, o nível foi ainda mais alto, com Fabiana Delfino, Nuno Santamaria e Tony Walk fazendo 9,5 e Raica Leal sendo a única a destoar negativamente, com um 8, a nota mais baixa das voltas. Na terceira bateria, Nyjah Dallas e Aurelien Giraud entraram para o 9club, enquanto Rovani Fukuoka e Will Mart fizeram 8,5.

No strawberry milkshake, o nível continuou alto. Will Mart acertou todos. Pepe Bala Perdida e Nyjah Dallas só erraram 1. Kyle Walker, Chris Joslin, Fabiana Delfino, Tony Walk e Aurelien Giraud acertaram 3. Cecil Peñarrubia e Nuno Santamaria acertaram 2. Os únicos que destoaram foram Raica Leal e Rovani Fukuoka, que acertaram apenas 1.

Nos flips, não faltou emoção. Na primeira bateria, Pepe Bala Perdida acertou 3 e conseguiu a classificação em primeiro lugar (16). Kyle Walker, que tinha tirado 9 na volta e acertara 3 strawberry milkshakes, acertou apenas 1 flip e conseguiu ser eliminado (13), em quarto. Cecil Peñarrubia acertou 3 e Chris Joslin, 2, empatando em 13,5 e tiveram que ir para o desempate, também nos flips. Ali, Cecil Peñarrubia fez 1x0 e se classificou com a segunda posição, deixando Joslin em terceiro. Na segunda bateria, a emoção foi ainda maior. Fabiana Delfino acertou 3 e se classificou em primeiro (15,5). Nuno Santamaria acertou 2 e Tony Walk, 1, empatando em 13,5. Para não haver o desempate, Raica Leal deveria acertar todos os flips, para ficar com a segunda vaga. Mas ela errou logo o primeiro e, incrivelmente, acertou todos os seguintes, terminando com 13 pontos. Nova rodada de desempate, desta vez no strawberry milkshake, que terminou com vitória de Tony Walk por 1x0 e a classificação em segundo. Nuno Santamaria terminou em terceiro e foi eliminado. Na terceira bateria, as coisas foram muito mais tranquilas. Rovani Fukuoka entrou com a pressão de acertar todos, acertou apenas 1 e foi eliminado em quarto (10,5). A seguir, Nyjah Dallas acertou 3 e somou 16; Will Mart também acertou 3 e somou 16,5. Com isso, Aurelien Giraud tinha que acertar todos para se classificar, mas foi o único a errar tudo e terminou em terceiro, com 12. Dessa forma, Will Mart se classificou em primeiro e Nyjah Dallas, em segundo.

As eliminatórias foram na parte da manhã e as finais, só no final do dia. A espera valeu, pois foi um show de manobras incríveis. Tony Walk, Nyjah Dallas e Will Mart cravaram 9,5; Cecil Peñarrubia e Fabiana Delfino fizeram 9 e somente Pepe Bala Perdida cometeu um erro, ficando com 8,5.

No strawberry milkshake, o nível caiu um pouco, com Cecil Peñarrubia e Pepe Bala Perdida acertando apenas 1. Tony Walk e Fabiana Delfino acertaram 2 e Nyjah Dallas acertou 3. Quem deu show mesmo e se colocou muito à frente na disputa pelo título foi Will Mart, que acertou as 5 manobras, praticamente liquidando a fatura, até porque seria o último a entrar para os flips, já sabendo do que precisaria.

Com Cecil Peñarrubia, Fabiana Delfino e Nyjah Dallas acertando apenas 1 flip, Pepe Bala Perdida já não tinha mais chances de título (acabaria acertando 4). Ao acertar 3, Tony Walk empatou em pontos com Will Mart, que só precisava acertar um flip para sair campeão, preferiu uma gordura, acertou 2 e conquistou o Desafio dos Reis 2026 na categoria pro com os mesmos 16,5 pontos da fase eliminatória. O vice-campeonato ficou com Tony Walk (14,5) e o terceiro foi Nyjah Dallas, que fez uma excelente competição e acabou com 13,5 pontos. Em quarto ficou Pepe Bala Perdida, então campeão, com os mesmos 13,5 de Dallas, mas menor nota na volta (8,5 x 9). Em quinto ficou Fabiana Delfino (12) e, em sexto, Cecil Peñarrubia (11). Eliminados na primeira fase, o sétimo foi Nuno Santamaria, o oitavo ficou com Chris Joslin, Kyle Walker foi o nono, Raica Leal ficou em décimo, o décimo primeiro foi Aurelien Giraud e, em décimo segundo, ficou Rovani Fukuoka.

O Desafio dos Reis é o primeiro título no ano, mas o segundo de Will Mart. O skatinho desapareceu no domingo e só foi encontrado na segunda, no final do dia. Desfeito o susto, entrou na pista e dominou de fora a fora, fazendo a melhor campanha na primeira fase e vencendo na final. Com a vitória, também ficou com a liderança do ranking em janeiro.

Will Mart comemora o título do Desafio dos Reis 2026.

SUBBUTEO

No sábado, 24, começou a temporada 2026 da Sunday League. O campeonato inglês de Subbuteo Society teve algumas modificações em seu regulamento para otimizar o tempo. A partir de agora, não serão mais dois turnos, mas apenas um, com as doze equipes se enfrentando em onze rodadas. Isso quer dizer que não há tempo para recuperação. A equipe que quiser lutar pelo título tem que se esforçar desde o início. Também houve uma modificação no critério de desempate. Antes, após os pontos, entravam os gols pró e os gols contra. Agora, é saldo de gols e número de vitórias. Uma competição com 22 rodadas mais a fase final precisava de 24 datas para ser jogada e, com isso, avançava até depois do meio do ano. Como o meio do ano está reservado para a Copa do Mundo tanto no Subbuteo quanto no Streetbbuteo, não dava para segurar uma liga nacional por 7 meses.

O lendário zagueiro do Manchester United e da seleção inglesa, Rio Ferdinand, dá o pontapé inicial da Sunday League 2026.


A rodada inicial foi bem ao estilo da Sunday League, em um dia frio, chuvoso e de campo pesado. O primeiro jogo foi uma reedição da final de 2025, com Chelsea e Liverpool entregando um jogo de primeiríssima linha. Coube ao artilheiro da Eurocopa 2025, Rob Hightower, marcar o primeiro gol da competição. Aliás, ele fez os dois gols de sua equipe, mas Glenn Waddle e Josh Gallagher também anotaram e a partida terminou em um emocionante 2x2. Na sequência, Aston Villa e Manchester United também fizeram um jogão. O Villa saiu na frente com Gunther Agbonlahor, mas James Speed brilhou ao fazer um golaço do meio de campo e dar o passe para o gol de Weston Calvin, fechando a partida em 2x1 para o Manchester United. Na sequência, fechando o sábado esportivo, um desorganizado Leeds não conseguiu segurar o Oldham, que venceu por 2x1 com dois gols de Andy Richie. Gordon Durie marcou o do Leeds.

No domingo, 25, três jogos fecharam a rodada. Manchester City e Newcastle abriram a rodada com um passeio da equipe de Manchester, que venceu por 3x0, com dois gols de Roy Fowler e um de Ryan Welbeck. A seguir, o Tottenham não tomou conhecimento de um irreconhecível Arsenal e venceu por 3x1, com dois de Josh Hoddle e um de Ronnie Johnson. Finalizando a rodada, a única equipe a não vencer na Sunday League 2025, o Blackburn, conseguiu sua primeira vitória na competição. Imed Delakar e Taitley marcaram no 2x1 contra o Everton, com Matt Jarvis descontando.

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