segunda-feira, 1 de junho de 2026

LMC - Maio - 01/06/2026

Chegamos ao quinto mês do ano e as modalidades esportivas se diversificaram bastante. Tivemos muita coisa boa em maio e vamos conferir agora, cada uma delas!

TOUR DA CALIFORNIA

No dia 01, uma sexta-feira, começava o Tour da Califórnia na Costa Oeste dos Estados Unidos. A competição é plana na sua maior parte e as poucas montanhas que aparecem têm inclinação leve. Por esse motivo, é mais voltada aos sprinters.

O contra relógio de abertura foi de baixíssimo nível, com o ciclista local sendo o último colocado à beira da eliminação, e terminou com a redenção de Luciano Pagliarini. O brasileiro da Saunier Duval vinha em baixa após as críticas por recorrer várias vezes ao TCB durante o Giro D’Italia e conseguiu a recuperação com a vitória na primeira etapa desta edição do Tour da Califórnia. Em segundo chegou o espanhol Alejandro Valverde (Caja Rural), terceiro aqui em 2024. O francês Thibaut Pinot (Française De Jeux) foi o terceiro.

No dia 08, 36 ciclistas partiam para a última corrida do Tour da Califórnia 2026 com a última meta volante da competição na metade e uma montanha com 5% de inclinação logo depois, mas a fatura já estava praticamente liquidada, porque Luciano Pagliarini só não seria campeão se Alejandro Valverde ganhasse a meta volante e a corrida. Na montanha a disputa ainda estava em aberto.

O calor que fez durante toda a prova pode servir como uma das justificativas, mas não a principal, de uma corrida horrorosa em todos os sentidos, que serviu para coroar uma competição de baixíssimo nível. Um passeio ciclístico da pior qualidade, com um ritmo baixo, várias quedas, atendimentos, problemas mecânicos e uma chegada sem emoção. Só para se ter uma ideia da velocidade diminuta, a média de pontos de esforço do mês passado foi 2397 (considerada baixa) e, nessa competição, tivemos uma mínima de 2223 e uma máxima de 2599. A média desta última etapa foi de 2080.

Como alguém tem que vencer, este foi o mesmo da etapa de 2025, o italiano Filippo Ganna (Acqua & Sapone). Em segundo chegou o luxemburguês Andy Schleck (Saxo Bank), terceiro em 2022, e em terceiro, o norueguês Thor Hushovd (Credite Agricole).

O pódio da sexta etapa. No alto, com o troféu de vencedor, o italiano Filippo Ganna (Acqua & Sapone). Abaixo dele, o luxemburguês Andy Schleck (Saxo Bank), segundo colocado. Abaixo do troféu, o norueguês Thor Hushovd (Credite Agricole), terceiro colocado.

Alejandro Valverde jamais deu provas de que queria lutar pelo título, tanto na meta volante quanto no resto da corrida, tanto que terminou em décimo sexto. Com isso, Luciano Pagliarini só precisou andar protegido no meio do grupeto, cruzar em vigésimo quarto e comemorar o título do Tour da Califórnia 2026.

Em uma competição que só teve decepções, sem esforço nenhum e com provas de sangrar os olhos, a única coisa boa que tivemos foi o desempenho do brasileiro da Saunier Duval. Vencedor da primeira etapa e segundo nas etapas de número 2, 3 e 5, Pagliarini só não pontuou na quarta e na sexta, vestindo a camisa amarela desde o início e conseguindo uma redenção das críticas no Giro D’Italia de forma espetacular.

Outro que foi brilhante aqui foi Frank Schleck. O luxemburguês da Saxo Bank conseguiu um excelente desempenho nas etapas de montanha e conquistou o bicampeonato seguido deste prêmio. Foi o terceiro título dele na temporada, curiosamente os três em montanha, incluindo o bi na Califórnia e o tri na Malásia (além da Malásia), e o vigésimo na LMC, uma marca incrível.

Já Luciano Pagliarini consegue colocar o seu nome e a bandeira do Brasil no Tour da Califórnia pela primeira vez, seu primeiro título no ano e o nono na LMC. O último título dele havia sido a Paris Roubaix de 2024.

Após o Tour da Califórnia, André Greipel permanece na liderança do ranking, com 116 pontos.

O pódio do Tour da Califórnia 2026. No alto, com o troféu de campeão, o brasileiro Luciano Pagliarini (Saunier Duval). Abaixo dele, o espanhol Alejandro Valverde (Caja Rural), vice-campeão. Mais abaixo, com o troféu de campeão de montanha, o luxemburguês Frank Schleck (Saxo Bank), terceiro colocado.

CLÁSSICA DE MONTREAL

No sábado, 09, os ciclistas independentes se encontraram na província de Quebec, para a Clássica de Montreal. É uma corrida voltada para os sprinters, pois é toda plana à exceção de uma montanha com 7% de inclinação na metade.

A corrida foi muito interessante, com ataques e contra ataques sucessivos, tudo indicando para um final emocionante, mas foi ali que o caos se instalou. Dois acidentes deixaram a definição da corrida suspensa, pois o Tribunal teria que decidir. No acidente de Nairo Quintana, Bryan Coquard e Vinícius Rangel foram absolvidos, e no de Tadej Pogacar, Axel  Merckx terminou desclassificado da prova e teve que deixar o pódio.

Assim, a vitória ficou com o vencedor de 2024, o colombiano Egan Bernal (Ineos). O espanhol Juan Jose Cobo Acebo (Caja Rural) repetiu o segundo lugar de 2022 e o brasileiro Vinícius Rangel (Imperatriz), segundo em 2025, herdou o terceiro lugar. Tirando a desclassificação de Merckx, nenhum ciclista abandonou.

Após a Clássica de Montreal, Bryan Coquard permanece na liderança do ranking independente, com 64 pontos.

O pódio da Clássica de Montreal. No alto, com o troféu de vencedor, o colombiano Egan Bernal (Ineos). Abaixo dele, o espanhol Juan Jose Cobo Acebo (Caja Rural), segundo colocado. Abaixo do troféu, o brasileiro Vinícius Rangel (Imperatriz), terceiro colocado.

LIEGE-BASTOGNE-LIEGE

No dia 10, a região das Ardenas, entre Luxemburgo e a Bélgica, recebeu a Decana das Clássicas Monumento. A Liege-Bastogne-Liege parte da cidade belga já em uma montanha de 6% de inclinação e ruma para a cidade luxemburguesa, chegando lá em uma montanha com 9% e começando o seu retorno em outra com 10%. Nova montanha, com 11% de inclinação, precede a chegada em sprint em Liege. Esse trajeto duríssimo faz com que os ciclistas de clássicas e os montanhistas sejam os favoritos.

A prova foi disputada em um dia frio e chuvoso, clima de Clássica Monumento, mas ficou nisso. Foi uma prova de baixíssimo nível, com muitas quedas, problemas mecânicos, atendimentos, aquela preocupação clássica das provas pré-Tour de France que começam a ser disputadas em um ritmo muito ruim e acendem o alerta para a segunda das três Grandes Voltas.

Venceria aquele que fizesse um esforço mínimo, e este foi Alejandro Valverde (Caja Rural). Em emocionante disputa, Alberto Contador (Astana) bateu Lance Armstrong para ficar com o segundo lugar e fechar a dobradinha espanhola no pódio, deixando o norte-americano da USPS na terceira posição.

Esta foi a Primeira Clássica Monumento de Alejandro Valverde, seu primeiro título no ano e o sétimo na LMC. Mark Cavendish foi o único a não completar a prova, deixando a disputa logo cedo. A Decana das Clássicas Monumento merecia um tratamento melhor…

Após a Liege-Bastogne-Liege, André Greipel mantém a liderança do ranking, com 116 pontos.

O pódio da Liege-Bastogne-Liege. No alto, com o troféu de vencedor, Alejandro Valverde (Caja Rural). Abaixo e completando a dobradinha espanhola no pódio, Alberto Contador (Astana). Abaixo do troféu, o norte-americano Lance Armstrong (USPS), terceiro colocado.

KUURNE BRUSSELS KUURNE

No dia 14 foi a vez dos ciclistas independentes encararem uma dura clássica no norte da Bélgica. A Kuurne Brussels Kuurne tem o mesmo estilo da Liege-Bastogne-Liege, começando em uma cidade, indo até a capital e retornando à cidade original, mas passando por montanhas com 10% de inclinação, pavê e um muro de 12% antes da chegada em sprint, sendo uma prova para ciclistas de clássicas.

Disputada em um dia frio de céu azul, foi mais uma corrida de baixíssimo nível técnico; os ciclistas não se esforçaram de forma alguma, mas a torcida local teve motivos para celebrar mesmo assim, ao ver uma dobradinha belga nas duas primeiras colocações. A vitória coube ao único que se esforçou, Woult Van Aert (Jumbo Visma), que repetiu o triunfo do ano passado. Em segundo chegou Axel Merckx (T-Mobile), repetindo o mesmo lugar que conquistara em 2023 e 2024. Em terceiro ficou o colombiano Nairo Quintana (Movistar), vencedor em 2022 e terceiro em 2023. A prova terminou sem abandonos.

Após a Kuurne Brussels Kuurne, Bryan Coquard permanece na liderança do ranking independente, com 64 pontos.

O pódio da Kuurne Brussels Kuurne. No alto, com o troféu de vencedor, Woult Van Aert (Jumbo Visma). Abaixo dele e completando a dobradinha belga no pódio, Axel Merckx (T-Mobile), segundo colocado. Abaixo do troféu, o colombiano Nairo Quintana (Movistar), terceiro colocado.

CRITERIUM DU DAUPHINE

No dia 17, começava mais uma preparatória para o Tour de France. O Criterium du Dauphiné é uma prova por etapas prestigiosa e foca nas montanhas que os ciclistas terão pela frente no Tour. Por esse motivo, a inclinação vai piorando dos 7 a 8% nas quatro primeiras etapas até os 9 a 12 nas duas últimas, que são de montanha. Assim, os campeões no geral e na montanha só são conhecidos na última etapa e, por isso, é uma competição voltada mais aos montanhistas, com os ciclistas por etapas tendo alguma chance.

O contra relógio de abertura terminou com vitória do espanhol Alberto Contador (Astana), segundo em 2020 e 2025. As posições seguintes no pódio foram da Imperatriz, com o esloveno Primoz Roglic em segundo e o brasileiro Rafael Andriato em terceiro.

No dia 26, os 37 ciclistas restantes entraram na sexta e última etapa do Criterium du Dauphiné com 6 na disputa do título e todos podendo sair com o título de montanha, mas na verdade, chance real de destronar Tom Dumoulin (o camisa amarela) só tinha Bradley Wiggins, pois os outros 4 teriam que vencer as duas metas volante, a corrida, e ainda torcer para Dumoulin não chegar entre os 6 primeiros.

A prova se deu em um dia frio, nublado e com chuva em alguns trechos, numa típica etapa de montanha, com ataques sucessivos e grupos se formando, mas de nível baixíssimo como foi toda essa edição do Criterium du Dauphiné.

Se há algo a se recordar desta etapa foi a disputa entre Julian Alaphilippe e Greg Van Avermaet. Os dois se atacaram o tempo inteiro para conseguir uma vantagem que assegura a vitória, mas sempre que um atacava, o outro alcançava e contra atacava. Essa disputa de gato e rato terminou com a vitória do francês da Quickstep, segundo em 2019. Ao belga da CCC restou a segunda posição. A alguma distância, o suíço Fabian Cancellara (Saxo Bank) chegou na terceira posição.

O pódio da sexta etapa do Criterium du Dauphiné. No alto, com o troféu de vencedor, o francês Julian Alaphilippe (Quickstep). Abaixo dele, o belga Greg Van Avermaet (CCC), segundo colocado. Abaixo do troféu, o suíço Fabian Cancellara (Saxo Bank), terceiro colocado.

Bastou a primeira meta volante para a disputa do título se limitar a Tom Dumoulin contra Bradley Wiggins, mas não foi uma disputa propriamente dita. Os dois andaram sempre no pelotão, sem se atacar, apenas para cruzar a linha de chegada. E foi assim, cruzando na décima terceira posição, que Tom Dumoulin conquistou o Criterium du Dauphiné 2026.

O brilho de Julian Alaphilippe na etapa lhe rendeu o vice-campeonato e o prêmio de montanha, em uma dupla derrota para Bradley Wiggins, campeão em 2025, que terminou na terceira posição e sem a camisa branca de bolinhas que ostentou na linha de largada.

Este foi o primeiro título do Criterium du Dauphiné para Tom Dumoulin e para a Holanda. O ciclista da Sunweb conquista seu primeiro título na temporada, o primeiro desde 2023, e o nono na LMC. O título de montanha de Julian Alaphilippe também foi seu primeiro no ano, aliás o primeiro desde o Troféu Brasil de 2024, e o décimo quinto na LMC.

Mas temos que ser realistas e enxergar o que está acontecendo na Liga. Essa é a época pré-Tour de France, e é comum o nível das corridas ser mais baixo (e preocupar a direção da LMC), pois os ciclistas estão se preparando para a maior competição do esporte. Mas as exibições ruins começaram cedo esse ano e é uma sucessão de corridas ruins sem alguma que volte a empolgar o torcedor, que já começa a migrar para outros esportes. O Criterium du Dauphiné foi extremamente decepcionante, com ritmo baixo, quedas e problemas em profusão, abandonos decepcionantes, como o de Alberto Contador (então camisa amarela) e Bauke Mollema (que havia acabado de ganhar a meta volante) na mesma etapa, e brilho somente naqueles que fizeram o pódio final. Julian Alaphilippe venceu duas etapas (2 e 6) e arrancou para o título de montanha. Tom Dumoulin, segundo nas etapas 2, 3 e 4, vestiu a camisa amarela e não largou mais. E Bradley Wiggins, então campeão, disputou até o final os títulos no geral e na montanha, terminando na terceira posição. É muito pouco.

Após o Criterium du Dauphiné, André Greipel permanece na liderança do ranking, com 116 pontos.

O pódio do Criterium du Dauphiné 2026. No alto, com o troféu de campeão, o holandês Tom Dumoulin (Sunweb). Abaixo dele, com os troféus de vencedor da última etapa e de campeão de montanha, o francês Julian Alaphilippe (Quickstep), vice-campeão. Abaixo do troféu, o inglês Bradley Wiggins (Sky), terceiro colocado.

CLASSIQUE DE PLOUAY

No dia 28, os ciclistas independentes se encontraram em Plouay, noroeste da França, para a clássica local, com montanhas de 8 a 11% de inclinação. Por esse motivo, é muito mais voltada aos montanhistas do que aos ciclistas de clássicas.

Disputada em um dia parcialmente nublado e frio, a corrida destoou das demais neste mês e foi muito boa. Apesar de ter vento forte em alguns trechos, o que poderia formar abanicos, o pelotão se manteve junto e em ritmo acelerado, inclusive durante as subidas que poderiam decidir a corrida. Na última montanha, prevaleceu o talento do dinamarquês Jonas Vingegaard (Jumbo Visma), que conseguiu um belíssimo ataque, deixou os adversários para trás e venceu a corrida que havia sido terceiro no ano anterior. Em segundo chegou o espanhol Juan Jose Cobo Acebo (Caja Rural), terceiro em 2019. Em terceiro, repetindo o pódio de 2022, chegou o brasileiro Magno Nazaret (Vasco da Gama), em uma prova que terminou sem abandonos.

Após a Classique de Plouay, Bryan Coquard permanece na liderança do ranking independente, com 64 pontos.

O pódio da Classique de Plouay 2026. No alto, com o troféu de vencedor, o dinamarquês Jonas Vingegaard (Jumbo Visma). Abaixo dele, o espanhol Juan Jose Cobo Acebo (Caja Rural), segundo colocado. Abaixo do troféu, o brasileiro Magno Nazaret (Vasco da Gama), terceiro colocado.

RANKING

1º André Greipel (Lotto Belisol) - 116 pontos;
2º Greg Van Avermaet (CCC) - 109 pontos;
3º Alejandro Valverde (Caja Rural) - 92 pontos.

RANKING INDEPENDENTE

1º Bryan Coquard (Cofidis) - 64 pontos;
2º Tadej Pogacar (UAE) - 61 pontos;
3º Woult Van Aert (Jumbo Visma) - 56 pontos.

NOTAS RÁPIDAS
  • Maio se encerra com 6 competições disputadas, inferior em um a abril e maio do ano passado.
  • Foram 7 abandonos no mês, média superior a uma por competição, mas inferior em 3 a abril e em 1 a maio do ano passado.
  • A média dos pontos de esforço da LMC foi 2452, superior em 55 ao mês anterior. No Circuito Independente, a média foi de 806, superior em 65 ao mês anterior e mostrando que ao menos os independentes estão fazendo a sua parte.
  • Tal qual no ano passado, o nível técnico preocupa às portas do Tour de France, mas principalmente porque já é baixo desde o início do ano e o Giro D'Italia foi prova disso. O ciclismo passa por momentos difíceis.
JSL

O Imperatriz Arena foi palco do Trasher Magazine Jam nos dias 16 e 17, com os campeões de 2025, Fandinho Macaco e Raica Leal, sendo colocados à prova em baterias equilibradas.

No sábado, 16, um dia de sol e temperatura agradável brindou os skatinhos amadores. Um circuito complicado, cheio de latas de lixo e tampas pelo caminho, trouxeram uma dificuldade extra. Nas voltas, Negro Fumante e Dalminho Tadafila  lideraram suas baterias com 8,5, seguidos de perto por Fandinho Macaco e Charlinho Charlô, que tiraram 8. Jorge Ben10 cometeu alguns erros e fez 7,5, mas a grande decepção foi Manoel Mau Exemplo, que errou demais e abandonou a volta, ficando com 7.

No strawberry milkshake, um susto na segunda bateria quando Charlinho Charlô perdeu a roda com o parafuso. A competição parou totalmente e chegou-se a cogitar a retirada do skatinho, porque o parafuso não era encontrado. Felizmente foi e, assim, a competição continuou normalmente. Negro Fumante acertou 3. Manoel Mau Exemplo, Fandinho Macaco e Charlinho Charlô acertaram 2. Dalminho Tadafila e Jorge Ben10 erraram todas, praticamente selando a classificação de Charlinho Charlô.

Nos flips, Manoel Mau Exempo chegou pressionado na disputa por uma vaga na final, acertou duas e entrou na zona de classificação. Negro Fumante precisava acertar somente uma para se garantir, acertou só uma e carimbou a vaga na final, como primeiro ou segundo. Fandinho Macaco entrou com pouca pressão, pois precisava de um acerto para continuar na disputa pelo bi. Acertou duas e, com 12 pontos, conseguiu a classificação junto com Negro Fumante (12,5). Com 11, Manoel Mau Exemplo foi eliminado. A volta fez muita diferença.

Na segunda bateria, Dalminho Tadafila acertou 3 e jogou a pressão em cima de Jorge Ben10, que precisava de 3 acertos para entrar na zona de classificação, mas errou todas. Charlinho Charlô entrou já classificado, precisando de 2 acertos para ficar com a liderança. Acertou 3 e conseguiu a melhor pontuação da primeira fase (13), avançando à final com Dalminho Tadafila (11,5). Com 7,5, Jorge Ben10 foi eliminado. A péssima nota na bateria e nenhum acerto nas manobras cobraram alto.

Chegou o momento da grande final e, nas voltas, Dalminho Tadafila e Fandinho Macaco erraram muito, conseguindo apenas 7,5. Negro Fumante também errou, mas a sua volta era para nota altíssima, então terminou com 8,5. Charlinho Charlô também foi bem e cometeu uns errinhos, terminando com 8.

No strawberry milkshake, Charlinho Charlô pulou para a liderança ao acertar 3. Negro Fumante e Dalminho Tadafila acertaram 2, cada, e Fandinho Macaco, apenas 1. Com tudo em aberto, era horas dos flips e, ali, sobrou emoção. Dalminho Tadafila errou todos e Fandinho Macaco acertou duas, ambos dando adeus à disputa, que ficou entre Negro Fumante e Charlinho Charlô, um excelente tira-teima entre os dois skatinhos que, com duas conquistas cada, foram os campeões dos quatro torneios do ano até aqui. Negro Fumante acertou duas e foi para a liderança, obrigando Charlinho Charlô a acertar duas para ficar com o título. Ao errar as duas primeiras e acertar a terceira, ele tinha duas chances para só mais um flip, mas errou as duas e, com emoção de sobra, Negro Fumante conquista o Trasher Magazine Jam amador pela primeira vez, seu terceiro título no ano (Charlinho Charlô tem dois) e o décimo na JSL, em dezessete competições que participou.

A classificação final foi a seguinte:

Campeão - Negro Fumante;
Vice-campeão - Charlinho Charlô;
3º lugar - Fandinho Macaco;
4º lugar - Dalminho Tadafila;
5º lugar - Manoel Mau Exemplo;
6º lugar - Jorge Ben10.

Com o vice-campeonato, Charlinho Charlô manteve a liderança do ranking amador, com 32 pontos. Mas o título fez Negro Fumante encostar e, agora, ele tem 31.

No domingo, 17, foi a vez dos skatinhos pro irem para a disputa, com a estreia de Alessandro Dias, o Maneirinho, e o novo skatinho de Raica Leal, a Fatinha.

Negro Fumante conquista a categoria amadora do Trasher Magazine Jam 2026.

No domingo, 17, um lindo dia de céu azul levou o público ao Skatepark do Imperatriz Arena para a disputa da categoria pro. Com a estreia de Alessandro Dias, a competição passou a contar com 15 skatinhos, divididos em 3 baterias com 5, cada, com os dois melhores se classificando para a final, que contaria com 6 skatinhos.

Nas voltas, alcançaram o 9club Alessandro Dias, Fabiana Delfino e Brian Reid. Nyjah Dallas, Raica Leal, Nuno Santamaria, Cecil Peñarrubia, Mad Dog Krypto e Kyle Walker fizeram 8,5. Chris Joslin, Tony Walk, Rovani Fukuoka, Will Mart e Pepe Bala Perdida alcançaram 8, e apenas Aurelien Giraud destoou, fazendo 7,5.

O strawberry milkshake foi o melhor de todas as competições da JSL até aqui, com tantos acertos que a organização resolveu que, nas finais, a primeira manobra será o banana milkshake. Tony Walk e Nyjah Dallas acertaram todas. Chris Joslin, Alessandro Dias, Fabiana Delfino, Raica Leal, Nuno Santamaria, Mad Dog Krypto, Kyle Walker, Will Mart e Brian Reid só erraram 1. Cecil Peñarrubia, Aurelien Giraud e Pepe Bala Perdida acertaram 3. O único que destoou e já deu adeus ao campeonato ali foi Rovani Fukuoka, que errou todas.

Com uma competição tão apertada, os classificados sairiam nos flips, que foram outra coisa enlouquecedora. Chris Joslin, Raica Leal, Will Mart e Pepe Bala Perdida acertaram 3, e Kyle Walker, 2. Os demais, Tony Walk, Nyjah Dallas, Alessandro Dias, Fabiana Delfino, Nuno Santamaria, Cecil Peñarrubia, Mad Dog Krypto, Aurelien Giraud, Rovani Fukuoka e Brian Reid só acertaram 1.

Houve uma reviravolta enorme na classificação final. No grupo A, os azaraões Chris Joslin (15) e Nyjah Dallas (14,5) desbancaram os favoritos Tony Walk, Alessandro Dias e a campeã de 3 das 5 competições até aqui, Fabiana Delfino, que ficaram empatados com 14 pontos. No grupo B, Raica Leal se classificou, com 15,5. Houve um empate na disputa da segunda vaga (com 13,5 pontos), que teve que ser decidida na manobra extra. A escolhida foi o strawberry milkshake e, por 3x2, Mad Dog Krypto derrotou Nuno Santamaria, que foi eliminado junto com Cecil Peñarrubia (12,5) e Aurelien Giraud (11,5). No grupo C, Will Mart (15) e Kyle Walker (14,5) se classificaram, com Pepe Bala Perdida, Brian Reid (ambos com 14) e Rovani Fukuoka (9) eliminados.

Com surpresas entre os finalistas, a fase de voltas foi de altíssimo nível, com dois skatinhos conseguindo o 9club, Mad Dog Krypto e Chris Joslin. Kyle Walker e Will Mart fizeram 8,5, e Raica Leal, 8.

No banana milkshake, que é basicamente o mesmo que o strawberry, só que o movimento é feito com o pé de trás (no mesmo giro da outra manobra), os skatinhos tiveram muitas dificuldades. Apenas Nyjah Dallas, com 3 acertos, se destacou. Kyle Walker, Will Mart, Chris Joslin e Raica Leal acertaram 1, enquanto Mad Dog Krypto errou todas.

Nos flips, Mad Dog foi o primeiro a entrar, acertou 2 e foi para a liderança. A seguir veio Kyle Walker, que acertou uma só e deu adeus ao título. Nyjah Dallas foi o terceiro e brilhou novamente, alcançando 3 acertos. A partir dali, os demais teriam que acertar muito, começando por Will Mart, que precisava acertar todas, mas só conseguiu 2. Depois, Chris Joslin precisava de quatro e por muito pouco não conseguiu, acertando 3. Restava a então campeã, Raica Leal, que tinha que acertar todas, mas só alcançou dois flips completos.

Assim, o título fica com Nyah Dallas, que escreve uma emocionante história no esporte. O skatinho dos Estados Unidos, que quase foi retirado das competições por problemas mecânicos crônicos, conseguiu dar a volta por cima e conquistou seu primeiro título na JSL, com uma fase de manobras incrível, acertando 60% de suas tentativas. Em uma competição em que os 3 primeiros do ranking não se classificaram para a final, brilhou a resiliência de Nyjah Dallas, que escreve seu nome de vez na Liga.

A classificação final do Trasher Magazine Jam na categoria pro foi a seguinte:

Campeão - Nyjah Dallas (Estados Unidos);
Vice-campeão - Chris Joslin (Estados Unidos);
3º lugar - Will Mart (Estados Unidos);
4º lugar - Mad Dog Krypto (Estados Unidos);
5º lugar - Raica Leal (Brasil);
6º lugar - Kyle Walker (Estados Unidos);
7º lugar - Brian Reid (Estados Unidos);
8º lugar - Alessandro Dias (Brasil);
9º lugar - Pepe Bala Perdida (Brasil);
10º lugar - Tony Walk (Estados Unidos);
11º lugar - Fabiana Delfino (Estados Unidos);
12º lugar - Nuno Santamaria (Brasil);
13º lugar - Cecil Peñarrubia (Brasil);
14º lugar - Rovani Fukuoka (Brasil);
15º lugar - Aurelien Giraud (França).

Após o Trasher Magazine Jam, Fabiana Delfino mantém a liderança do ranking, com 33 pontos. Como os seus dois rivais mais próximos também não pontuaram, ela sairá da Skatemania ainda na liderança.

Nyjah Dallas e seu primeiro troféu na JSL, o Trasher Magazine Jam na categoria pro.

BASEBALL SOCIETY

Na sexta-feira, 01, feriado do dia do trabalhador, o Imperatriz Arena lotou para ver o retorno do Baseball Society. Um dia tranquilo, temperatura agradável, e as duas primeiras equipes do esporte fazendo a abertura da nova era, agora em cardgame. Era hora de Isótopos e Pescadores, com novos jogadores e muita emoção!

Isótopos 10x15 Pescadores

Como mandantes, os Isótopos arremessaram primeiro, com seu astro dominicano Cristopher Sanchez. Ele logo conseguiu uma eliminação em cima de Jacob Melton, mas Logan Gilbert foi para o bastão a seguir e conseguiu uma rebatida tripla. Na sequência, Jose Altuve chegou à primeira base por bolas e, a seguir, Bubba Chandler foi eliminado com um groundball, mas Logan Gilbert conseguiu aproveitar a oportunidade e chegou ao home plate. Coube a Bubba Chandler o primeiro RBI dessa nova era. Drew Gilbert, com uma rebatida simples, foi para a primeira base. Quando Gavin Sheets conseguiu uma rebatida dupla, Drew Gilbert chegou ao home plate para anotar a segunda corrida. Jacob Melton voltou ao bastão e foi eliminado novamente, fechando a parte baixa da primeira entrada. Os Isótopos foram para a rebatida, mas o arremessador dos Pescadores é Camilo Doval, um dos melhores da Liga, que conseguiu duas eliminações rápidas, de Christian Moore e Clayton Kershaw. O astro dos Isótopos, Ronald Acuña Jr, conseguiu uma rebatida tripla e ficou aguardando a chance de anotar a corrida da sua equipe, mas Bo Naylor foi eliminado na sua vez de rebater e a primeira entrada terminou 2x0 para os Pescadores.

A segunda entrada foi um massacre. Por 3 vezes Cristopher Sanchez tentou a changeup e, nas 3, os Pescadores anotaram home runs, com Logan Gilbert, Jose Altuve e Bubba Chandler. Os Isótopos acionaram o bullpen, entrou Clayton Kershaw e Sanchez foi para a primeira base, mas não adiantou nada. Drew Gilbert acertou uma rebatida simples, Gavin Sheets anotou uma dupla, Jacob Melton conseguiu uma simples que levou Drew ao home plate. Logan Gilbert foi para a rebatida, conseguiu uma simples e empurrou Gavin Sheets pro home plate. Jose Altuve também conseguiu uma rebatida simples, mas ninguém anotou corrida. Bubba Chandler fez uma rebatida dupla e empurrou Sheets e Altuve para o home plate. Nessa hora, os Isótopos trocaram novamente. Kris Bubic foi para o montinho e Clayton Kershaw foi para a terceira base. Drew Gilbert conseguiu uma rebatida dupla e foi com Bubba para o home plate. Bubic passou a apostar em arremessos fora da zona de strike e conseguiu eliminar Gavin Sheets, Jacob Melton e Logan Gilbert. Os Pescadores anotaram incríveis 9 corridas e, para não haver o nocaute, os Isótopos precisariam de pelo menos duas corridas. O primeiro a rebater foi Adolis Garcia e, com uma simples, foi para a primeira base. Depois, veio Clayton Kershaw, que se redimiu de seu péssimo jogo como arremessador e conseguiu um home run que fez as duas corridas que garantiram a terceira entrada. Melhor assim, pois Christian Moore (flyball), Cristopher Sanchez (groundball) e Ronald Acuña Jr (flyball) foram eliminados na sequência e a segunda entrada terminou em um incrível 11x2 para os Pescadores.

Na terceira entrada, os Pescadores promoveram uma mudança. Bubba Chandler foi para o montinho, deixando Camilo Doval rebater uma vez na partida e passando a jogar de catcher. Quem abriu os trabalhos para os Pescadores foi Jose Altuve, que logo conseguiu uma rebatida dupla. Camilo Doval estreou no bastão e, com um flyball, foi eliminado. A seguir foi Drew Gilbert, que chegou à primeira base por bolas. Gavin Sheets foi eliminado por groundball, mas Jacob Melton veio a seguir e acertou um home run, anotando mais 3 corridas para a sua equipe. Logan Gilbert conseguiu uma rebatida simples e foi para a primeira base. Jose Altuve voltou e conseguiu uma rebatida simples. Camilo Doval voltou a rebater e, com uma dupla, fez Logan anotar mais uma corrida. Drew Gilbert foi eliminado por flyball e os Pescadores terminaram a sua participação no bastão. Com Bubba Chandler arremessando, os Isótopos foram para o bastão, conseguindo logo de cara uma rebatida dupla, com Bo Naylor. Nova rebatida dupla, de Adolis Garcia, levou Naylor ao home plate. Clayton Kershaw foi eliminado por flyball e, na sequência, Christian Moore foi para a primeira base com uma rebatida simples. Rebatida dupla de Cristopher Sanchez levou Adolis Garcia ao home plate. Nova rebatida dupla, de Ronald Acuña, levou Moore e Sanchez para o home plate. Quando Bo Naylor acertou um home run que o levou com Acuña ao home plate, foi a vez dos Pescadores fazerem uma substituição, colocando Logan Gilbert como closer e Bubba Chandler foi para a terceira base. Clayton Kershaw voltou a rebater e foi para a segunda base. Nova rebatida dupla, desta vez de Christian Moore, levou Kershaw ao home plate. Cristopher Sanchez conseguiu outra rebatida dupla e Moore foi ao home plate. Ronald Acuña Jr foi para o bastão e foi eliminado por flyball. Cristopher Sanchez tentou ganhar a base após isso e não conseguiu chegar a tempo, sendo o terceiro eliminado e dando números finais ao jogo. Isótopos 10x15 Pescadores.

Os Isótopos conseguiram uma terceira entrada maravilhosa, anotando 8 corridas e jogando alguma pressão em cima dos adversários, mas os Pescadores foram constantes, anotando 6 corridas na primeira e terceira entradas, além daquela segunda entrada dos sonhos, quando anotou 9 corridas.

MVP: Bubba Chandler. Improvisado como catcher, conseguiu um total de 7 bases e 4 corridas com suas rebatidas. Como reliever, não foi tão eficiente, mas contribuiu bastante jogando atrás do home plate e cantando as jogadas para Camilo Doval. Parece ser o início de uma grande parceria.

Cervejeiros 6x2 Narcos

No sábado, 02, o Imperatriz Arena recebeu a segunda partida do novo Baseball Society. Cervejeiros e Narcos apresentaram suas equipes e fizeram um jogo com menos corridas, mas o primeiro grand slam da nova era.

A primeira entrada terminou 1x0 para os Cervejeiros, com o home run de Riley Greene. Na segunda entrada, um home run de William Contreras empatou a partida, mas os Cervejeiros foram para o bastão e, com uma rebatida dupla de Bobby Witt Jr, voltaram a ficar em vantagem. E aí chegou o grand slam. Com bases cheias, Roman Anthony mandou a bola para fora do campo, anotou 4 corridas e jogou uma pressão absurda nos Narcos, que abririam a terceira entrada precisando anotar 5 corridas para continuar no jogo. Conseguiram apenas um home run, com Tyler Freeman. As eliminações de Will Warren (strike-out) e Julio Rodriguez (groundball) foram suficiente para que os Cervejeiros sequer precisassem ir para a rebatida, finalizando o jogo em 6x2.

MVP: Roman Anthony. O jardineiro esquerdo, vindo do Boston Red Sox, se destacou ao anotar o primeiro grand slam do Baseball Society 2026, que selou a vitória da sua equipe sobre um time dos Narcos pouco inspirado.

Almirantes 11x0 Senadores

No domingo, 03, a chuva que caiu durante todo o dia e o frio não afastaram os torcedores da rodada dupla que encerraria os jogos de apresentação das equipes do novo Baseball Society. Eles foram brindados com o primeiro nocaute desta nova fase.

Os Almirantes e os Senadores entraram em campo para uma partida rápida. A primeira entrada terminou 0x0 e, na segunda, os Senadores logo saíram do bastão. Chegou a vez dos Almirantes e, com uma sequência de rebatidas, as bases começaram a encher, até que Alex Freeland conseguiu um home run que impulsionou 3 corridas, Caron Whishenhunt também impulsionou 3 corridas, Landen Roupp anotou duas e Dylan Beavers, uma. Com 9x0 no marcador e apenas um eliminado, os Almirantes só precisavam de uma corrida para encerrar a partida por nocaute, sem a necessidade da terceira entrada. Dylan Beavers estava na segunda base após impulsionar uma corrida quando Colson Montgomery foi para o bastão. O jogador da primeira base converteu uma changeup em home run e, com isso, sua equipe chegou a 11, encerrando a partida de forma avassaladora. Os Senadores tiveram dificuldades, só conseguiram chegar à primeira base em uma rebatida de Masataka Yoshida, e amargaram a pior derrota até aqui na temporada.

MVP: Carson Whisenhunt. A consistência do arremessador que joga improvisado de catcher chamou a atenção ao anotar uma rebatida simples, uma dupla e uma tripla, faltando apenas o home run para fechar o hitting the cycle. Ainda anotou 3 corridas e foi peça importantíssima na vitória de sua equipe.

Apaches 4x2 Industriais

Ainda no domingo, fechando a rodada de apresentação das oito equipes, os Apaches e os Industriais entraram no enlameado campo do Imperatriz Arena. Foi a pior partida das quatro da rodada de abertura. Logo no primeiro arremesso, Sonny Gray anotou um home run para os Industriais que prometia uma partida emocionante, mas parou por ali. Os 3 rebatedores seguintes foram eliminados por groundball e flyball, passando o bastão aos Apaches, que conseguiram rebatidas simples com Jakob Marsee e Eric Lauer. Rafael Devers foi para o bastão e conseguiu um home run que anotou 3 corridas para a sua equipe.

Na segunda entrada, os Industriais tiveram um three up, three down e os Apaches conseguiram uma corrida, com Gavin Williams anotando um home run solo que jogou pressão para os Industriais na terceira entrada, pois teriam que anotar 3 corridas para manter o jogo. Os Apaches fizeram uma mudança, com Eric Lauer indo para o montinho e Lazaro Estrada passando a catcher. Mesmo jogando mal, os Industriais conseguiram fazer com que o jogo mais fraco da rodada também fizesse história, Max Schuemann conseguiu uma rebatida simples e, logo depois, se tornou o primeiro jogador a conseguir um roubo de bases, indo da primeira para a segunda. Depois foi ao home plate, com a rebatida simples de TJ Freidl, mas ficaram por aí. Assim, os Apaches nem precisaram rebater, pois o jogo já estava liquidado em 4x2 para eles.

MVP: Rafael Devers. O astro dominicano conseguiu um home run que impulsionou 3 corridas, sendo essencial para os Apaches conseguiram a sua primeira vitória.

SÉRIE ARGENTINA

As equipes da Liga dos Profissionais rumaram para Ezeiza, em uma arena montada em área mais rural, campo mais de terra do que grama e um vento leve e constante atravessando o campo, para a Série Argentina, a primeira da nova fase do Baseball Society. Aqui não há competição. As quatro equipes foram distribuídas em duplas e se enfrentaram em uma série de 3 jogos, cada.

Isótopos 0x4 Industriais

O primeiro jogo da série foi na sexta-feira, 08, em um dia de calor e pouco vento. Foi um jogo meio decepcionante. Os Industriais conseguiram uma corrida na primeira entrada após Vladimir Guerrero Jr conseguir uma rebatida tripla e, depois, a rebatida simples de Julio Rodriguez levar o canadense para o home plate. Dali, o que se viu foi um show dos arremessadores. Payton Tolle conseguiu um shoot-out tanto de rebatidas quanto de corridas impulsionadas.

Na terceira entrada, Clayton Kershaw saiu do bullpen para arremessar para os Isótopos e Cristopher Sanchez foi jogar na primeira base. A troca não foi boa, Kershaw errou bastante. Primeiro, mandou TJ Friedl para a primeira base por bolas. Depois de eliminar Payton Tolle, viu Sonny Gray conseguir uma rebatida dupla. Com 2 em base, jogou uma sinker perfeita para Max Schuemann pegar por baixo e mandar para fora do estádio. O home run anotou 3 corridas. Após Vladimir Guerrero Jr ser eliminado por groundball, Julio Rodriguez conseguiu uma rebatida dupla, mas a entrada terminou após TJ Friedl ir para o bastão e ser eliminado por flyball.

Os Isótopos foram para a rebatida precisando anotar 4 corridas para forçar a entrada extra. Os Industriais fizeram a troca do arremessador, saindo Payton Tolle (que foi jogar de catcher) e entrando Max Fried no montinho. Ele começou já com um K invertido, que eliminou Christian Moore. Quando o arremessador Cristopher Sanchez foi para a rebatida, não girou o bastão uma vez sequer, indo para a primeira base por bolas. Um groundball em Ronald Acuña Jr e um flyball de Bo Naylor, no entanto, deram números finais ao jogo, uma partida decepcionante dos Isótopos, que não anotaram uma corrida sequer e uma vitória folgada dos Industriais, que nem se esforçaram para vencer.

MVP: Payton Tolle. O arremessador dos Industriais jogou duas entradas perfeitas de three up, three down, com três strike-outs e nenhuma base cedida.

Cervejeiros 5x7 Pescadores

No sábado à noite, 09, foi a vez dos Cervejeiros e dos Pescadores irem ao campo montado em Ezeiza para a sua estreia na Série Argentina, em um jogo emocionante. Um vento batia do jardim direito para o esquerdo com frequência e força, dificultando a vida dos defensores e favorecendo bolas longas. A primeira entrada, no entanto, terminou zerada para ambos os lados, com Kyle Freeland sendo o único a conseguir uma rebatida, dupla.

Na segunda entrada, no entanto, as coisas começaram a funcionar. Bubba Chandler conseguiu logo uma rebatida simples e, logo a seguir, Drew Gilbert acertou um home run para anotar as duas primeiras corridas dos Pescadores. Após a eliminação de Gavin Sheets, Jacob Melton também conseguiu um home run e anotou a terceira corrida de sua equipe. Jose Altuve foi para a segunda base com ótima rebatida, mas viu os dois rebatedores seguintes serem eliminados. Os Cervejeiros não ficaram atrás, com Ronny Maurício acertando uma rebatida dupla após eliminação de Roman Anthony por flyball. Nova eliminação por flyball jogou uma pressão enorme em Kyle Freeland, mas ele mandou a bola para fora do campo e a sua equipe anotou duas corridas. Bobby Witt Jr ainda conseguiu uma rebatida simples, mas Chad Patrick foi eliminado e a entrada terminou com 3x2 para os Pescadores.

O bullpen dos Cervejeiros entrou em ação na terceira entrada, com Chad Patrick indo para o montinho e Sean Burke para catcher, e foi aí que o desastre aconteceu. Patrick entrou e conseguiu eliminar Drew Gilbert e Gavin Sheets, mas viu sua confiança ruir com uma sequência de rebatidas simples, com Jacob Melton e Jose Altuve. A tripla de Logan Gilbert fez os dois em base irem para o home plate e, com Camilo Doval acertando uma dupla, foi Logan Gilbert quem completou a corrida. Drew Gilbert voltou a rebater e conseguiu nova dupla, levando Doval para o home plate. O strike-out em Gavin Sheets fechou a entrada, mas os Pescadores anotaram mais 4 corridas, indo a 7.

Os Pescadores também acionaram o bullpen, com Bubba Chandler indo para o montinho e Camilo Doval atuando como catcher. Os Cervejeiros foram com uma pressão enorme de anotar 5 corridas para manter o jogo vivo e até começaram bem, com a rebatida simples de Roman Anthony e a tripla de Ronny Mauricio, que anotou a primeira corrida. Riley Greene foi eliminado por groundball, mas a dupla de Kyle Freeland anotou mais uma corrida. Bobby Witt Jr foi eliminado por strike-out e bastava uma eliminação para o jogo se encerrar, mas uma rebatida tripla de Sean Burke anotou mais uma corrida. Com uma vantagem de 2 pontos no placar e precisando eliminar só mais um rebatedor, Bubba Chandler perdeu confiança e mandou Roman Anthony para a primeira base por bolas. Ronny Mauricio conseguiu uma rebatida simples e, com as bases cheias, bastava uma rebatida dupla para o empate ou um home run para a virada dos Cervejeiros. Riley Greene foi para o bastão e acertou uma rebatida forte, mas a defesa dos Pescadores agiu rápido, a bola foi jogada na segunda base e o jogo se encerrou ali, com vitória dos Pescadores por 7x5 em partida emocionante até o último arremesso.

MVP: Camilo Doval. O astro dominicano mostrou por que os Pescadores depositam as esperanças em seus arremessos. Conseguiu dois strike-outs, cedeu apenas duas corridas e, no bastão, ainda impulsionou uma corrida com ótima rebatida dupla.

Industriais 6x9 Isótopos

No dia 13, uma quarta-feira, a arena montada em Ezeiza recebeu o segundo jogo da série entre Industriais e Isótopos, em uma noite fria e sem vento, com o público enchendo aos poucos as arquibancadas.

Foi uma partida emocionante, duelo de dois astros no bastão e arremessadores com muita dificuldade. Os Isótopos abriram 2 corridas com dois home runs seguidos, em duas change-ups de Payton Tolle, que não demonstrou a segurança da partida anterior. Um home run de Julio Rodriguez anotou duas corridas e a primeira entrada terminou 2x2.

Na segunda entrada, após Adolis Garcia ser eliminado por groundball, os Isótopos conseguiram uma sequência de rebatidas com Christian Moore, Clayton Kershaw, Ronald Acuña Jr (este em home run), Bo Naylor e Kris Bubic para anotar mais 4 corridas. Os Industriais também conseguiram uma sequência, com Max Schuemann, Vladimir Guerrero Jr e Julio Rodriguez. O inning terminou 6x4 pros Isótopos.

Na terceira entrada, Sonny Gray foi para o montinho e Payton Tolle, para a segunda base. Gray entrou muito mal, cedendo dois walks e uma rebatida, mas os Isótopos não anotaram, obrigando os Industriais a conseguirem duas corridas para levarem o jogo para a entrada extra. Kris Bubic entrou como reliever e foi desastroso. Payton Tolle, Max Schuemann, Vladimir Guerrero Jr, Julio Rodriguez e TJ Friedl conseguiram rebatidas, sendo que Guerrero e Friedl impulsionaram as corridas necessárias para  empatar o jogo em 6.

A nova fase do Baseball Society viu seu primeiro jogo ir para a entrada extra, e ambas as equipes trocaram os arremessadores, começando pelos Industriais, com a entrada de Max Fried, levando Sonny Gray a jogar de catcher. De novo, um estrago. Kris Bubic e Ronald Acuña Jr foram duas vezes ao bastão e, nas duas, conseguiram rebater, anotando uma corrida, cada. Cristopher Sanchez também anotou e, com isso, os Isótopos fecharam a entrada extra com 3. Os Industriais entraram na pressão e os Isótopos colocaram Clayton Kershaw como closer, com Kris Bubic indo para a primeira base. Kershaw mostrou uma frieza ímpar, conseguiu um groundball e dois strike-outs, sendo que o último fechou a partida e deu aos Isótopos a primeira vitória, empatando a série.

MVP: Ronald Acuña Jr. Muito criticado, o astro dos Isótopos chamou a responsabilidade nesta partida. Travou um duelo incrível com Julio Rodriguez, que conseguiu duas rebatidas simples, uma tripla e um home run, anotando quatro corridas. Mas Acuña brilhou mais e, com duas rebatidas simples, uma tripla e dois home runs, anotou cinco corridas e incríveis treze bases, que mantiveram a série viva.

Pescadores 4x10 Cervejeiros

Na noite de sexta-feira, 15, a arena montada em Ezeiza recebeu um bom público para o jogo 2 da série entre Pescadores e Cervejeiros. O jogo foi disputado em uma noite fria e nublada, mas sem ameaça de chuva nem vento muito forte.

Os torcedores que compareceram à arena estavam ansiosos por um show de Camilo Doval, afinal, os programas esportivos só falavam dele, mas acabaram vendo um show do outro time, que se impôs desde o início. Doval não demonstrou a mesma segurança da partida anterior e, só na primeira entrada, cedeu 4 entradas. Os Pescadores só conseguiram anotar uma e a primeira entrada terminou 4x1 para os Cervejeiros.

Mesmo reduzindo as corridas pela metade, os Cervejeiros continuaram arrebentando na segunda entrada, acabando com os arremessos de Camilo Doval. Os Pescadores melhoraram e anotaram 3 corridas, e o placar do segundo inning terminou 6x4 para os Cervejeiros.

Na última entrada, Gavin Sheets foi para o montinho e Camilo Doval, para a primeira base. O desastre continuou, com rebatidas dos Cervejeiros em sequência e as bases sempre lotadas, até que Roman Anthony foi para a rebatida. Ele já tinha anotado metade das corridas de sua equipe quando chegou no batters box com todas as bases ocupadas. Aí é pedir para ver um espetáculo. A cutter veio, ele abaixou os braços e mandou uma bola para muito longe, fazendo o primeiro grand slam da Série Argentina. Na vez de defender, os Cervejeiros também acionaram o bullpen. Kyle Freeland foi arremessar e Sean Burke foi para a primeira base. Freeland entrou muito bem, com uma sequência de sliders que deixou atônitos os rebatedores dos Pescadores. Apenas José Altuve conseguiu uma rebatida simples, os outros três rebatedores sofreram strike-out e, assim, o jogo terminou em 10x4 para os Cervejeiros. Um massacre para levar a série para o terceiro jogo totalmente aberta.

MVP: Roman Anthony. Embora Kyle Freeland tenha entrado muito bem como closer e Bobby Witt Jr tenha feito uma partida muito segura, com 4 rebatidas simples e uma corrida anotada, foi Roman Anthony quem brilhou absoluto. Com uma rebatida dupla e dois home runs (um deles o grand slam), conseguiu um número incrível de 10 bases conquistadas e 7 corridas anotadas, 70% do que o seu time produziu no jogo.

Isótopos 9x1 Industriais

No sábado, 16, Isótopos e Industriais foram a campo para a terceira e última partida da série. A arena de Ezeiza recebeu um bom público naquele final de dia, com temperatura caindo aos poucos e vento leve, para um show dos Isótopos.

Os Industriais começaram bem o jogo, com uma rebatida dupla de Sonny Gray e, logo depois, uma tripla de Vladimir Guerrero Jr que anotou a primeira corrida da equipe. Mas ficou naquilo. Os Isótopos fecharam a primeira entrada em 4x1, com Ronald Acuña e Christian Moore brilhando. A segunda entrada foi three up, three down para os Industriais que, quando foram para a defesa, trocaram o arremessador. Sonny Gray foi para o montinho e Payton Tolle, de novo sem demonstrar a segurança do primeiro jogo, foi para a segunda base.

A tentativa era de mudar a forma dos Isótopos rebaterem, saindo um arremessador canhoto e entrando um destro, mas se provou desastrosa. Além de tirar um jogador que vinha bem no bastão, colocou alguém totalmente sem confiança no montinho. Os Isótopos conseguiram anotar 5 corridas, de base em base, e derrubaram totalmente os Industriais, que foram para a terceira entrada perdendo por 9x1, precisando anotar 8 corridas para o jogo não se encerrar ali mesmo. Mas não deu. Tirando uma simples de TJ Friedl, nenhum rebatedor conseguiu nada e, quando Payton Tolle sofreu um strike-out, a série estava encerrada sem que os Isótopos tivessem que rebater no terceiro inning.

Os Isótopos fecham a série em 2x1 e, tal qual no ano passado (quando o jogo ainda era com miniaturas), mostrou ser uma equipe que sabe jogar sob pressão. Em todas as séries disputadas em 2025, os Isótopos perdiam o primeiro jogo e ganhavam os dois seguintes, sempre dando uma lavada em alguma partida.

MVP: Cristopher Sanchez. O arremessador dominicano fez uma partida espetacular. Conseguiu quatro strike-outs e sofreu apenas uma corrida. Ronald Acuña Jr fez uma partida incrível novamente, conquistando 4 bases e impulsionando 2 corridas, mas a vitória foi possível graças ao domínio de Sanchez nos arremessos.

Cervejeiros 5x3 Pescadores

No domingo, 17, os torcedores lotaram a arena de Ezeiza para o terceiro e último jogo da série entre Cervejeiros e Pescadores. Uma noite agradável, com vento gelado do jardim esquerdo pro direito, e tiveram emoção de sobra, apesar do número mais baixo de corridas.

A primeira entrada terminou 2x0 para os Cervejeiros, com um home run de Chad Patrick que impulsionou as duas corridas, além de um trabalho excelente de Sean Burke no montinho, com 2 strike-outs e sem sofrer uma rebatida sequer.

Na segunda entrada, os Pescadores reagiram, com um home run de Jacob Melton que também impulsionou duas corridas, mas no montinho Camilo Doval não estava em um bom dia e acabou sofrendo três rebatidas. Em uma delas, Kyle Freeland conseguiu uma dupla e Ronny Mauricio chegou ao home plate. A entrada terminou 3x2.

Os Pescadores foram para a última entrada precisando de ao menos uma corrida para manter o jogo vivo. Jogando bem, Sean Burke se manteve no montinho e, logo de cara, eliminou dois jogadores dos Pescadores, jogando uma pressão enorme em Jose Altuve, mas é nessas horas que a equipe chama o seu venezuelano e, aproveitando a queda de uma cutter, ele baixou o taco e acertou uma bola que foi para muito longe. O home run empatou a partida, mas a virada não veio, pois um apagado Logan Gilbert foi eliminado logo a seguir. Os Pescadores acionaram o bullpen e Bubba Chandler foi o escolhido, com o apagado Camilo Doval indo jogar de catcher. A equipe continuou mal nos arremessos, levando sucessivas rebatidas simples até as bases ficarem lotadas. Bubba conseguiu eliminar Kyle Freeland após um flyball, e um strike-out em Chad Patrick elevou a tensão ao máximo. Não havia um torcedor sentado na arena, pois nova eliminação forçava a entrada extra e uma rebatida simples dava a vitória aos Cervejeiros.

O problema é que o rebatedor seguinte era Roman Anthony, o MVP da partida anterior. A contagem estava em 2 bolas e 2 strikes quando Bubba Chandler apostou em uma slider. A rebatida de Anthony foi perfeita, forte e para outfield, levando Ronny Mauricio e Riley Greene ao home plate, anotando as duas últimas corridas e dando números finais ao jogo. Os Cervejeiros vencem por 5x3 e fecham a série em 2x1. Com uma equipe consistente, que conquistava bases aos poucos, e um arremessador inspirado, os Cervejeiros conseguiram derrotar a equipe sensação. Quando precisou de seus astros, o time dos Pescadores não os viu. Camilo Doval sumiu nos dois últimos jogos e isso pesou na hora da decisão, repetindo o que houve em 2025, quando os Pescadores sempre saíam na frente nas séries e perdiam os jogos seguintes.

MVP: Kyle Freeland. O arremessador improvisado de primeira base já tinha sido incrível no jogo anterior, e aqui não foi diferente. Consistente no bastão, conquistou 5 bases e impulsionou uma corrida e, embora Roman Anthony tenha decidido o jogo com a rebatida que rendeu duas corridas, foi o equilíbrio entre rebatidas quando atacava e defesa bem postada que fez deFreeland o nome deste jogo.

A Série Argentina se encerra com Isótopos e Cervejeiros como vencedores, mas um equilíbrio enorme entre as quatro equipes, tanto que as duas séries acabaram em 2x1. Apesar de não ser uma competição, tem os prêmios individuais para o slugger (o jogador que mais conquistou bases), o artilheiro (o que anotou mais corridas) e o MVP (o que fez a diferença entre todos), e eles são os seguintes:

Slugger - Ronald Acuña Jr (Isótopos) - 17 bases;
RBI - Roman Anthony (Cervejeiros) - 9 RBI;
MVP - Ronald Acuña Jr (Isótopos).

Ronald Acuña Jr, MVP e slugger, e Roman Anthony, artilheiro da Série Argentina.

SÉRIE COLÔMBIA

As equipes da Liga dos Produtores se encontraram em Bogotá, no estádio Hermes Barros, em El Salitre, com grama alta e meio enlameado, para a Série Colômbia. Tal qual na Série Argentina, não há competição, com as quatro equipes divididas em duplas e se enfrentando em uma série simples de 3 jogos.

Almirantes 9x4 Apaches

Na quarta-feira, 20, um dia frio e chuvoso afastou o público, mas não a empolgação de duas equipes que se enfrentaram no Estádio Distrital Barros Cabas, em Bogotá, para a primeira partida da Série Colômbia. A grama média do campo estava encharcada e as partes de terra, verdadeiro lamaçal, indicando um jogo mais duro e de menos jogadas espetaculares.

No papel, os Apaches são os favoritos pela dupla de arremessadores, Lazaro Estrada e Eric Lauer, conhecidos como "Canhões Duplos", e pelo poder ofensivo de Jacob Melton. Mas o campo pesado favorecia o jogo dos Almirantes, de rebatidas simples e conquistas de bases. E foi isso que aconteceu. Para quem não conhecia, prazer, essa é a equipe dos Almirantes.

A primeira entrada dava a entender que os Apaches iam sobrar em campo. Depois de Jakob Marsee ir à primeira base por bolas e Eric Lauer e Gavin Williams conseguirem rebatidas simples, uma tripla de Anthony Siegler rendeu as 3 corridas da equipe. Os Almirantes foram para a rebatida e conseguiram duas rebatidas duplas, com Carson Whisenhunt e Landen Roupp, este impulsionando a única corrida dos Almirantes, que foram para a segunda entrada perdendo por 1x3.

Na segunda entrada, após o strike-out em Eric Lauer, Bryan Woo arremessou uma cutter, Gavin Williams se abaixou e mandou uma bola para fora do campo, ampliando a vantagem dos Apaches para 4x1 e indicando uma vitória tranquila, e foi aí que a magia aconteceu. Os Almirantes foram para o bastão e usaram uma estratégia incrível, que encantou o público presente e será falada o resto da semana pelos comentaristas esportivos. Colson Montgomery e Landen Roupp já haviam empatado a partida quando Alex Freeland conseguiu uma rebatida simples e, logo a seguir, conseguiu roubar a segunda base. Aquilo foi crucial, pois a rebatida dupla de Shea Langeliers levou Montgomery para o home plate e virou o jogo para  a sua equipe. Ali, a confiança de Lazaro Estrada acabou e os Almirantes deitaram, com direito a dois home runs de Roupp que, somados, anotaram 5 corridas. A equipe fechou o inning com incríveis 8 corridas.

Os Apaches precisavam anotar 5 corridas para manter o jogo. Os Almirantes aproveitaram a enorme vantagem e acionaram um arremessador canhoto, Carson Whisenhunt, para ser o closer. Bryan Woo, que oscilou bastante nos arremessos, foi jogar de jardineiro direito. Logo no primeiro arremesso, Anthony Seigler já foi para a primeira base, mas Whisenhunt não se abalou. Continuou arremessando com segurança, foi eliminando os adversários e não cedeu uma corrida. O jogo terminou sem que a sua equipe precisasse rebater.

Os Almirantes espantam o mundo ao se darem por mortos no início do jogo e, tal qual Usain Bolt, enfiarem o pé no acelerador e acabarem com o jogo com uma sequência de rebatidas que iam ocupando as bases. A vitória por 9x4 é mais um épico dessa equipe que começa a despontar como favorita na liga.

MVP: Landen Roupp. Um arremessador improvisado na segunda base seria só mais um jogador compondo elenco, a quem não se deve esperar muito com o bastão. Mas o jogador de Mounty Rock, North Carolina, oriundo do San Francisco Giants, conseguiu se superar nessa partida. Conseguiu uma rebatida dupla, dois home runs, incríveis dez bases conquistadas e seis corridas impulsionadas, sendo crucial para a vitória dos Almirantes.

Narcos 7x9 Senadores

Sexta-feira, 22 de maio, início de noite. O estádio de Bogotá recebeu as duas outras equipes da Série Colômbia para a partida de estreia em um dia frio, chuvoso, com vento correndo do jardim esquerdo para o direito. O público preferiu fugir do frio e não encheu o estádio, mas os presentes estavam bem abrigados para curtir o espetáculo ao máximo.

O jogo foi incrível. Igual na primeira entrada, parecia decidido na segunda e quase teve uma reviravolta na terceira, e não foi um jogo para os arremessadores, mas sim um festival de rebatidas. A primeira entrada, com direito a um home run de cada lado, terminou 4x4.

Na segunda entrada, os Senadores conseguiram abrir boa vantagem, ao anotarem 3 corridas e, mesmo com as bases cheias, Jack Leiter manteve a calma e conseguiu 3 strike-outs seguidos para fechar o inning em 7x4. Na terceira entrada, os Narcos trocaram o arremessador, levando Jonah Tong ao montinho e Will Warren na primeira base. O rookie parecia nervoso no início, cedeu duas corridas, mas conseguiu se equilibrar e finalizar a entrada dos Senadores com um strike-out em cima do arremessador Jack Leiter. Os Narcos foram para o bastão precisando anotar cinco corridas para manter o jogo e os Senadores, para impedir isso, escolheram o experiente Trevor Rogers como closer, com Leiter indo para a primeira base. Os Narcos reagiram e começaram um jogo de rebatidas duplas, anotando 3 corridas e jogando uma pressão enorme no adversário, mas Rogers conseguiu 3 strike-outs, sendo 2 em Bryan Abreu, e o último deles fechou um jogo emocionante em 9x7 para os Senadores.

Os Narcos fizeram um jogo equilibrado e mostraram força de conjunto, mas pecaram ao escolherem um rookie para arremessar em um momento crucial do jogo. Os Senadores aproveitaram esse erro, usaram suas estrelas e saíram com a primeira vitória na série. O star power dos Senadores era tal que a cada ida de Masataka Yoshida e dos aplausos de pé do público na esperança de uma jogada espetacular, os Narcos tremiam. Yoshida foi uma vez ao batters box em cada entrada. Na primeira, conseguiu uma rebatida dupla e, nas seguintes, um walk intencional para não piorar a situação. Venceu a equipe que tinha estrelas e uma melhor estratégia.

MVP: James Wood. Enquanto todas as atenções estavam em Masataka Yoshida, o jovem de Rockville, Marylan, oriundo do Washington Nationals, entrava a seguir e mandava o astro japonês para o home plate. Foram 3 rebatidas, uma em cada entrada, duas triplas, um home run e 5 corridas impulsionadas. Com 10 bases conquistadas com suas rebatidas, saiu de campo aplaudido pelo público presente.

Apaches 8x0 Almirantes

No domingo, 24, uma noite fria e de bom público no estádio Distrital Barros Cabas viu o segundo jogo da série entre Apaches e Almirantes. Após o show na primeira partida e uma fama de equipe a ser batida deu aos Almirantes a confiança para vencer aqui e finalizar a série. Os Apaches, por sua vez, vinham pressionados, principalmente após cederem 8 corridas na segunda entrada do jogo anterior.

Este jogo foi a afirmação dos Apaches, que olharam para os Almirantes e mostraram que são grandes também. Arremessando primeiro, fizeram three up, three down nas duas primeiras entradas, sendo que na primeira anotaram apenas uma corrida, após rebatida simples de Angel Martinez levar Jakob Marsee ao home plate. Na segunda, as coisas deslancharam de vez e, se os Almirantes anotaram 8 corridas no primeiro jogo, os Apaches anotaram 7 no segundo, com destaque para duas rebatidas simples de Martinez, que anotaram uma corrida em cada, e para o grand slam de Rafael Devers, que anotou 4 corridas. A outra anotação da equipe foi de Jakob Marsee, com uma rebatida dupla.

Os Almirantes experimentaram o amargo sabor de ir para o bastão na terceira entrada precisando anotar um número expressivo de corridas (8) para evitar o fim precoce da partida. Eric Lauer saiu do bullpen para ser o closer dos Apaches, com Lazaro Estrada indo jogar de catcher. Tirando a rebatida dupla de Alex Freeland (o segundo a entrar), Lauer foi perfeito, com arremessos seguros que foram eliminando os rebatedores adversários. E, com um toque de crueldade e espetáculo, Eric Lauer apresentou ao mundo do Baseball Society a sweeper, um arremesso que parece totalmente fora da zona de strike, mas faz uma curva violenta e em velocidade, que parece varrer o home plate. Esse arremesso foi o último da partida, que Dylan Beavers sequer girou o bastão e levou um K invertido para o jogo acabar em 8x0 para os Apaches, que empatam a série e ganham moral para o jogo decisivo.

MVP: Lazaro Estrada. Muito criticado no primeiro jogo, o arremessador cubano dos Apaches deu a volta por cima neste jogo. Arremessou nas duas primeiras entradas com three up, three down e, na terceira, foi jogar de catcher e, com excelente visão, instruiu os arremessos de Eric Lauer para fechar a partida sem que os Apaches precisassem rebater na terceira entrada.

Senadores 4x3 Narcos

No dia 29, Senadores e Narcos voltavam ao estádio Distrital Barros Cabas para o segundo jogo da série, em uma situação muito distinta. Os Narcos tinham toda a pressão do erro tático no primeiro jogo e, sem um jogador que pudesse chamar para si a responsabilidade, precisavam do jogo coletivo para evitar o fechamento da série de forma precoce. Já os Senadores, depois da brilhante partida no primeiro jogo, podendo encerrar a fatura aqui e confiante em seus astros Masataka Yoshida e James Wood, tinham toda a tranquilidade para testar quaisquer opções.

A partida se deu em um dia frio, nublado e sem vento, fazendo com que as rebatidas fossem mais travadas e as corridas, mais difíceis. O novato Jonah Tong foi para a rebatida e conseguiu logo uma tripla para calar os críticos e, após a eliminação por groundball de Cal Raleigh, Bryan Abreu foi para o bastão e conseguiu um home run que anotou as duas primeiras corridas dos Narcos. O jogo não poderia começar melhor. Mas foi os Senadores irem para o bastão que, no primeiro arremesso, Addison Barger mandou a bola para fora do campo e descontou para a sua equipe. Uma dupla de Trevor Rogers aumentou a pressão, pois o rebatedor seguinte seria Masataka Yoshida, que não decepcionou os torcedores presentes ao estádio e, com um belíssimo home run, virou o jogo para os Senadores. A primeira entrada terminou em 3x2.

Na segunda entrada, os Narcos já começaram com um home run de Josh Smith, mas os três rebatedores seguintes foram eliminados por strike-out, e tudo o que a equipe mafiosa conseguiu foi empatar o jogo, que fizeram a troca de arremessador colocando Bryan Abreu no montinho e levando um Will Warren sem confiança nenhuma em seus arremessos para a segunda base. Mas os Senadores têm Masataka Yoshida, e com ele o jogo nunca é chato. Com dois eliminados e a pressão por uma rebatida para manter a entrada, o astro japonês mandou outra para fora do estádio, virando novamente para a sua equipe. James Wood ainda conseguiu uma rebatida dupla, mas o groundball que eliminou Shane Smith encerrou a entrada em 4x3 pros Senadores.

Bullpen acionado, Shane Smith entrou como closer dos Senadores e Jack Leiter foi usar a sua visão como catcher para enfrentar um time dos Narcos pressionadíssimo. Às críticas da derrota no primeiro jogo se somou a pressão por anotar ao menos uma corrida para manter o jogo e a série vivos. Mas a confiança de Smith era absurda e ele logo eliminou dois rebatedores dos Narcos. Depois de ceder um walk para seu xará Josh, viu Tyler Freeman chegar para a rebatida, mas mostrou uma frieza incrível e, apostando na slider, conseguiu o strike-out que encerrou a partida e sacramentou a vitória dos Senadores na série, 4x3.

Os Senadores mostraram mais uma vez todo o poderio de suas estrelas. Com frieza e um nível altíssimo de habilidade, finalizaram a série com autoridade e, agora, fazem do terceiro jogo mera partida amistosa. Já os Narcos decepcionaram novamente. A equipe parece sentir a pressão de enfrentar grandes nomes, se esconde atrás dos erros e aceita passivamente a derrota. Foi a única das 8 equipes do Baseball Society que ainda não venceu, com 3 derrotas (contando o jogo de estréia) e também o único a perder a sua série antes do terceiro jogo. Vale lembrar que é a única equipe que não está completa, aguardando a expansão do meio de junho para usar a carta de crédito e ver se arruma alguém que faça a diferença.

MVP: Masataka Yoshida. Em que pese o excelente jogo de Jack Leiter nos arremessos, com 5 strike-outs, não dá para tirar o peso da estrela japonesa na partida. Oriundo do Boston Red Sox, o astro estrangeiro da Liga dos Profissionais entrou para decidir o jogo. Seus dois home-runs renderam três corridas, mas mais importante, colocou os Senadores à frente nas duas vezes que a equipe rebateu. Este é um belíssimo exemplo de quando as expectativas se confirmam com boas apresentações.

Almirantes 4x11 Apaches

No domingo, 31, uma rodada dupla encerrou a Série Colômbia do Baseball Society. As equipes foram a um campo bastante castigado pela chuva que caiu durante a madrugada e o deixou enlameado. Fora isso, o vento que corria contra o arremessador era um desafio a mais.

E foi assim, com 1x1 na série, que Almirantes e Apaches foram a campo para o primeiro jogo, que contou com a maior virada até aqui no Baseball Society. Os Almirantes começaram muito bem o jogo, arremessando para three up, three down e, com o bastão, uma sequência de rebatidas com todos os seus atletas, inclusive conseguindo um home run de duas corridas com Shea Langeliers, e fechando a primeira entrada em 4x0.

Mas aí veio a segunda entrada e foi ali que vimos a história sendo feita, com a combinação de três coisas. A primeira foi a perda total de confiança do arremessador Bryan Woo; a segunda, muito mais importante, um aproveitamento absurdo dos rebatedores dos Apaches; a terceira foi reparar que Lazaro Estrada não estava bem nos arremessos e já trocá-lo por Eric Lauer. Com uma sequência de rebatidas e corridas anotadas, eles foram empilhando conquistas e conseguiram algo ainda não visto. O próprio Estrada entrou muito bem no ataque, conseguindo uma rebatida simples e uma tripla e impulsionando uma corrida. Dos seis que rebateram, apenas Gavin Williams não anotou corridas. Bryan Woo arremessava e o Apache rebatia, lotando bases e jogando mais pressão no adversário. Eles conseguiram um feito inédito, de conseguir 3 rotações de rebatedores (quando todos rebatem e a ordem volta ao primeiro da lista) e anotaram incríveis 11 corridas, desestruturando de vez os Almirantes, tanto que quando a equipe marítima foi para a rebatida, sofreu um three up, three down de Eric Lauer com direito a sweeper no último arremesso, em cima de Bryan Woo, que foi substituído tão logo sua equipe saiu da defesa. A torcida dos Almirantes vaiou seu arremessador e os comentaristas passaram a chamá-lo de Bryan Boo, por conta das vaias.

Os Apaches sentaram em cima da vantagem e foram para a terceira entrada relaxados. Com Carson Whisenhunt arremessando e Bryan Woo de jardineiro direito, os Almirantes conseguiram passar a entrada no zero e foram para a rebatida precisando anotar 7 corridas para levar o jogo para as entradas extras. Mas quem arremessava do lado dos Apaches era Eric Lauer, que conseguiu um flyball e dois strike-outs para encerrar a partida e a série com mais uma sweeper devastadora, que Shea Langeliers sequer girou o bastão.

Os Almirantes começaram mostrando a sua força, mas os Apaches resolveram tomar a partida de assalto e dominaram completamente o jogo com uma segunda entrada perfeita, fechando a série em 2x1 com autoridade. Depois de perderem o primeiro jogo por 4x9, venceram por 8x0 e 11x4 (depois de estarem perdendo por 0x4) e mostram que são a equipe a ser batida a partir de agora.

MVP: Jakob Marsee. O correto seria dizer que os Apaches ficaram com o prêmio de MVP, pois todos se destacaram. Mas Marsee foi incrível, conquistando um total de 6 bases e impulsionando 4 corridas, faltando apenas um home run para conseguir um Cycle, que é quando o jogador, no mesmo jogo, consegue uma rebatida simples, uma dupla, uma tripla e um home run.

Narcos 5x8 Senadores

O segundo jogo do domingo era apenas para cumprir tabela. Com duas vitórias nos dois primeiros jogos, os Senadores já liquidaram a fatura e, nesta partida, se deram ao luxo de entrar com Trevor Rogers no montinho e Jack Leiter na primeira base. Para os Narcos, seria uma partida para tentarem a primeira vitória, pois são a única equipe que ainda não venceu no Baseball Society.

A noite fria, a ameaça de chuva e a série já definida fizeram com que o público não comparecesse em peso para este jogo. Os que se aventuraram no estádio, no entanto, viram por que os Senadores são, ao lado dos Apaches, a equipe da moda no Baseball Society. O primeiro inning terminou com incríveis 7x0 para os Senadores, com direito a dois home runs e um Will Warren aturdido. Na defesa, os Senadores tinham Trevor Rogers de starter, com o titular do montinho, Jack Leiter, jogando na primeira base. A confiança do arremessador era incrível e ele conseguiu fechar a entrada sem sofrer corridas.

A partir dali, os Senadores administraram. Os Narcos colocaram Jonah Tong de reliever, com Will Warren indo para a primeira base. Tong jogou com mais segurança do que o titular, mas ainda assim viu James Wood conseguir uma rebatida tripla e anotar mais uma corrida para os Senadores. Os Narcos conseguiram anotar uma corrida dupla após William Contreras conseguir uma dupla e Josh Smith fazer um home run, encerrando a entrada em 8x2 para os Senadores.

Na última entrada, os Narcos rodaram o montinho de novo, com Bryan Abreu indo arremessar, Jonah Tong voltando à primeira base e Will Warren indo para a segunda. Em que pese Addison Barger tenha conseguido uma rebatida tripla logo de cara, os três rebatedores seguintes foram eliminados e os Narcos foram para o bastão sem sofrer corridas e tendo que anotar seis para manter o jogo vivo. Os Senadores colocaram Shane Smith como closer e Trevor Rogers de catcher. Os Narcos até conseguiram esboçar uma reação, com nova dupla de William Contreras, uma simples de Josh Smith e uma tripla de Tyler Freeman que levou os outros dois ao home plate. Após as eliminações de Will Warren e Cal Raleigh, bastava uma eliminação para o jogo se encerrar, mas Jonah Tong conseguiu uma simples e Freeman chegou ao home plate. Eles ainda precisavam de três corridas para empatar, mas a bola alta de William Contreras foi na direção da terceira base e Addison Barger a apanhou no ar, dando números finais ao confronto.

Os Narcos mostraram algum poder de reação, principalmente com Jonah Tong dando a volta por cima após as críticas no primeiro jogo. Mas os Senadores são muito superiores e, mesmo com Masataka Yoshida se poupando, ainda têm jogadores incríveis para se impor. Os Senadores varrem os Narcos no 3x0, sendo a primeira equipe (e única até  agora) a conseguir uma série de forma invicta.

MVP: Addison Barger. Com uma rebatida dupla, uma tripla e um home run, além de 3 corridas impulsionadas, quase consegue um Cycle. E isso num jogo em que a sua equipe jogou com o pé no freio, mais solta.

A Série Colômbia se encerra com Apaches e Senadores como vencedores, mostrando uma força incrível. Os Apaches tiveram dificuldades contra uma equipe dos Almirantes, que também mostrou ter poder de decisão, mas a equipe indígena se impôs e, após perder o primeiro jogo, venceu os demais com autoridade, fechando em 2x1. Já os Senadores não deram chance para os Narcos e fecharam com varrida, mesmo que os placares não tenham sido muito elásticos. Os Senadores mostraram que estão sempre no controle. Um jogador levou todos os prêmios da Série Colômbia:

Slugger - James Wood (Senadores) - 19 bases;
RBI - James Wood (Senadores) - 8 RBI;
MVP - James Wood (Senadores).

Só deu James Wood na Série Colômbia. MVP, artilheiro e slugger.

BALANÇO DO MÊS

Ao final de cada mês, vamos colocar uma tabela com os líderes entre as equipes (vitórias, bases e RBI), o jogador com mais bases conquistadas e o que mais conquistou RBIs. No mês seguinte, os jogos serão somados aos deste mês e assim nós vamos vendo quem está se destacando no ano. O critério para equipes é vitórias, RBI, bases e ordem alfabética. As estatísticas individuais não têm desempate, apenas ajuste alfabético.

Histórico:
1º Apaches - 4 jogos, 3 vitórias, 1 derrota, 66 bases, 26 RBI;
2º Cervejeiros - 4 jogos, 3 vitórias, 1 derrota, 73 bases, 25 RBI;
3º Senadores - 4 jogos, 3 vitórias, 1 derrota, 67 bases, 21 RBI;
4º Isótopos - 4 jogos, 2 vitórias, 2 derrotas, 76 bases, 28 RBI;
5º Pescadores - 4 jogos, 2 vitórias, 2 derrotas, 75 bases, 26 RBI;
6º Almirantes - 4 jogos, 2 vitórias, 2 derrotas, 61 bases, 24 RBI;
7º Industriais - 4 jogos, 1 vitória, 3 derrotas, 49 bases, 13 RBI;
8º Narcos - 4 jogos, 0 vitória, 4 derrotas, 60 bases, 17 RBI.

RBI:
1º Roman Anthony (Cervejeiros) - 13;
2º Landen Roupp (Almirantes), Rafael Devers (Apaches) e Ronald Acuña Jr (Isótopos) - 9.

Bases:
1º Logan Gilbert (Pescadores) - 21;
2º Ronald Acuña Jr (Isótopos) e James Wood (Senadores) - 19.

Finalizadas as séries Argentina e Colômbia, as equipes rumam para a Venezuela, onde os Produtores jogarão a Série Venezuela Sul e os Profissionais, a Venezuela Norte.


SUBBUTEO

No domingo, 24, o presidente da FIFUBO Subbuteo, Sr. Zeca Drummond, reuniu convidados para o sorteio da Copa do Mundo de Subbuteo 2026, nas modalidades society e streetbbuteo. Em ambas as competições, as 16 seleções se dividiram em cabeças de chave, divisão 1, divisão 2 e divisão 3 e foram sorteadas, dentro de suas divisões, para a formação de 4 grupos com 4 equipes, cada. Os dois melhores de cada grupo avançam às quartas de final e vão avançando assim até o campeão ser coroado. Nos grupos, em caso de empate em pontos, avança quem tiver o maior número de gols marcados, gols sofridos, vitórias, empates, derrotas, confronto direto e sorteio.

Foto oficial do sorteio da Copa do Mundo de Subbuteo 2026. De trás para a frente, lendas do futebol convidadas para sortear os grupos, a equipe de arbitragem, a mesa com o troféu dado ao campeão, o Sr. Zeca Drummond (presidente da FIFUBO Subbuteo) e o Sr. Perlingeiro (locutor oficial), e os capitães de cada seleção nas devidas divisões.

Na Copa do Mundo de Subbuteo (5 jogadores de linha e um goleiro), o equilíbrio marcou a tona, com o grupo A sendo, no papel, um pouco mais complicado que os demais. Os grupos sorteados foram os seguintes:

Grupo A - Escócia, França, Espanha e México;
Grupo B - Brasil, Suécia, Estados Unidos e Jamaica;
Grupo C - Inglaterra, Argentina, Croácia e Qatar;
Grupo D - Itália, Rússia, Colômbia e Irã.

Na Copa do Mundo de Streetbbutteo (3 jogadores de linha, golzinho, o vencedor é o que marcar três gols), atenção à dificuldade do grupo B e da "Copa América" no grupo C. Os grupos sorteados foram os seguintes:

Grupo A - Itália, Rússia, Estados Unidos e Qatar;
Grupo B - Inglaterra, Suécia, Croácia e Irã;
Grupo C - Brasil, Argentina, Colômbia e México;
Grupo D - Escócia, França, Estados Unidos e Jamaica.

Agora é esperar a bola rolar. A Copa do Mundo de Subbuteo começa em junho, após o início da Copa do Mundo de Futebol (11/06) e, encerrada, começa a Copa do Mundo de Streetbbuteo.

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